O Pensar Político – Conexão Capital

A reforma ministerial

Foto: Divulgação

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A reforma ministerial da presidente Dilma Rousseff (PT) não foi necessariamente um “corte na carne”. Analistas de plantão consideram a reforma ministerial um “agrado” um “mimo” para o infiel PMDB.  A verdade é que o governo do PT deixou de ser PT. A presidente tornou-se refém do gigantesco PMDB, diga-se, de Michel Temer (PMDB), Eduardo Cunha (PMDB) e Renan Calheiro (PMDB).

O sonho popular, trabalhador e desenvolvimentista do partido dos trabalhadores “caíram por terra”. A realidade nos apresenta: inflação descontrolada, desemprego, juros elevados, corrupção.  O governo PT tornou-se o que combateu: o algoz do povo.

Enquanto isso a oposição tenta “reinventar-se”, porém, não consegue. O Fisiologismo é escancarado e o preço para manter-se no poder é o “arrocho” e o corte de benefícios sociais.  Seria muito mais coerente ouvirmos de um partido de esquerda: “voltamos para as fileiras da oposição, mas não sacrificamos o povo”.

Ao contrário, o que estamos assistindo é um governo fazendo de tudo para perpetuar-se no poder a custa de medidas vexatórias.  A sede de poder é tão forte que voltar para a oposição seria voltar para os anseios e lutas dos trabalhadores, contudo, o que nos parece, é que setores do PT não se identificam mais com esta bandeira. Eis o preço do poder!

Orleans

A ida de Gelson Padilha para o PR significa baixa no PP de Orleans. Mas a verdade é que Padilha não criou raízes entre os progressistas. Enquanto o PSD de Orleans vive o “fogo amigo” PP, PMDB, PSDB e PR intensificam as conversas.

Lauro Müller

O 40 (PSB) no município de Lauro Muller está sendo comparado com o preço da gasolina, “não para de subir”, o partindo vem crescendo cada vez mais. A diáspora atrai ex-filiados do PP, PSDB, PMDB e do minúsculo PDT.  As fichas de filiação continuam circulando nos bastidores da cidade, e segundo fontes, mais progressistas históricos estão com as malas prontas em direção ao 40. Lideranças estaduais foram acionadas para controlar a “debandada” progressista.

Criciúma

O prefeito Márcio Búrigo (PP) tem afirmado que está pronto para a disputa em 2016. A oposição ressalta que o partido de Búrigo é inexpressível na cidade, e qualquer coligação bem afinada é forte o suficiente para vencê-lo.

Conexão Capital

O PMDB já escolheu quem presidirá o partido, o escolhido foi Mauro Mariani, um respeitado pmdebista. Formou-se a tríplice: Esperidião Amin (PP), Gelson Merísio (PSD), Mauro Mariani (PMDB). Todos presidentes de seus respectivos partidos.