Saúde

Apesar da queda de casos ativos de Covid, mortes pela doença crescem em SC

Segundo o Necat, a última semana é um importante indicador que revela a força da nova onda que continua em curso no Estado

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As mortes causadas por Covid-19 cresceram desde a segunda quinzena de janeiro em Santa Catarina, segundo o Necat (Núcleo de Estudos de Economia Catarinense) da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina).

Apesar da redução do número do casos ativos da doença na última semana, a média de óbitos diárias se aproximou de 23, valor bastante elevado se comparado aos últimos três meses de 2021, diz o último boletim do núcleo.

O texto assinado por Lauro Mattei, professor do departamento de Economia e Relações Internacionais e coordenador do núcleo, aponta que ao longo dos primeiros 56 dias do ano mais de 374 mil pessoas foram contaminadas pelo vírus. Assim, a média diária de casos ficou em 4.563.

“A semana em apreço é um importante indicador que revela a força da nova onda de Covid-19 que continua em curso no Estado”, diz o estudo.

Mesmo assim, de 19 a 25 de fevereiro os registros da doença caíram em todas as regiões, especialmente no Planalto Norte-Nordeste, Grande Oeste e Vale do Itajaí.

As áreas que contam com mais pessoas contaminadas são o Grande Oeste e Planalto Norte-Nordeste, ambas com mais de cinco mil casos. Assim, 41% de todos os registros na semana considerada estavam nestas duas regiões.

Ainda segundo o Necat, mesmo com esse cenário de continuidade da contaminação, houve quedas nas taxas de ocupação de leitos de UTI do Estado. Com isso, a ocupação geral permaneceu abaixo de 80%.

Novo mapa de risco

A SES (Secretaria de Estado da Saúde) publicou no último sábado (26) o novo mapa de risco para a Covid-19. Nesta atualização semanal Santa Catarina voltou a registrar nível grave – o Médio Vale do Itajaí está em laranja. Uma região está em nível azul e outras 15 em risco alto para o vírus.

Uma região está no nível moderado e 15 estão classificadas no nível de risco alto – Foto: SES/Divulgação/ND

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Este é o primeiro mapa com o novo modelo de matriz, que passa a avaliar a aplicação da dose de reforço no Estado. O objetivo é detectar a possibilidade de casos graves em cada região, segundo a SES.

Com informações do ND+

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