Em nota oficial, Legislativo afirmou que o investigado já estava afastado desde março de 2024 e que a ação não teve como alvo a instituição.
Foto: Polícia Civil
A Câmara Municipal de Morro da Fumaça divulgou nota oficial após a prisão preventiva de um servidor investigado, ocorrida nesta quinta-feira, dia 2. Ele é acusado de crimes de peculato, uso de documento falso, coação no curso do processo e falsa identidade.
Conforme a delegada responsável pelo caso, Tainá Greselle Carlesso, o servidor já havia sido indiciado em outros procedimentos policiais por crimes semelhantes, demonstrando a reiteração de condutas ilícitas contra a Administração Pública e a quebra da confiança.
Confira a nota na íntegra:
“A Câmara Municipal de Morro da Fumaça vem a público esclarecer, diante das notícias veiculadas nesta data sobre o cumprimento de mandado de prisão de servidor vinculado ao Legislativo, que:
1. O servidor mencionado alvo do mandado de prisão já encontrava-se afastado de suas funções desde março de 2024, em decorrência de medidas judiciais relacionadas à “Operação Caixa de Pandora”, conduzida pela 2ª DECOR/DEIC.
2. A ação policial realizada nesta data não teve como alvo a Câmara Municipal, mas exclusivamente o servidor investigado.
3. A Câmara reafirma seu compromisso com a transparência, a legalidade e a colaboração com as autoridades competentes, mantendo-se à disposição para prestar todas as informações necessárias ao regular andamento das apurações”.