Equipamento vai auxiliar Vigilância Sanitária e Endemias na identificação de criadouros em áreas de difícil acesso.
Foto: Divulgação
Três técnicos da Vigilância Sanitária e três Agentes de Combate a Endemias concluíram na manhã de hoje (20) a capacitação para pilotar drone. O equipamento passará a ser utilizado pela Vigilância Sanitária e pelo Programa de Combate a Endemias, setores vinculados à Vigilância em Saúde, no auxílio ao monitoramento de locais que possam servir de criadouros do mosquito Aedes aegypti, sabidamente transmissores da dengue, chikungunya e zikavírus.
A capacitação iniciou ontem (19) de manhã e ofereceu aulas teóricas e práticas de operação do equipamento, de acordo com a necessidade de utilização dos técnicos envolvidos.
“O monitoramento aéreo com drone como suporte às estratégias de enfrentamento ao Aedes aegypti é muito importante. Ele nos permite visualizar locais que são ou estão inacessíveis aos agentes de Endemias, fiscais da Vigilância Sanitária e agentes comunitários de saúde, seja porque os moradores não estão em casa no momento da visita, seja pelo difícil acesso, ou até mesmo, o que é raro, pela não permissão do morador para que os agentes adentrem na sua propriedade”, diz o secretário de saúde do Município, Sérgio Arent.
Sabe-se que boa parte dos possíveis criadouros está relacionada ao acúmulo de lixo, como recipientes plásticos, latas, sacolas e outros materiais armazenados de forma inadequada dentro das propriedades. Esses locais favorecem a proliferação do mosquito e aumentam o risco de transmissão de dengue, chikungunya e zika.
O drone está em fase de aquisição pelo Fundo Municipal de Saúde e em breve estará disponível para uso dos dois setores (Endemias e Vigilância Sanitária) e pelos técnicos capacitados para a pilotagem da aeronave. Antes de usá-lo, o equipamento precisa ser homologado e certificado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), ser cadastrado na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e todo o voo, autorizado pelo Sistema de Solicitação de Acesso ao Espaço Aéreo Brasileiro por Aeronaves não Tripuladas (Sarpas).
Os drones desempenham papel estratégico na identificação de possíveis focos, mas a eliminação dos criadouros depende diretamente da participação da população. Cada morador é fundamental neste processo ao:
✔️ manter quintais e terrenos limpos
✔️ descartar corretamente o lixo
✔️ evitar qualquer acúmulo de água parada
✔️ seguir as orientações das equipes de saúde
Faça a sua parte e ajude a proteger sua família, seus vizinhos e toda a comunidade.
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