Após avançar à final da Taça ACESC, Tigre mira retorno à competição que rendeu mais de R$ 5,2 milhões em 2024.
Foto: Celso da Luz / CEC
O Criciúma deu um passo decisivo neste sábado, dia 28, ao vencer o Brusque e garantir vaga na final da Taça ACESC. Mais do que a disputa pelo título, o Tigre joga por um objetivo estratégico: voltar à Copa do Brasil e recuperar uma receita milionária.
Na última participação, em 2024, o clube carvoeiro avançou até a terceira fase e faturou cerca de R$ 5,2 milhões em premiações. Em 2025,?e também fora da edição de 2026, o Criciúma ficou sem essa importante fonte de receita.
Agora, a possibilidade de retorno em 2027 ganha força. O adversário na decisão será o Camboriú, com o jogo de ida previsto para quarta-feira, dia 4, em Florianópolis, e a volta, com mando do Tigre, possivelmente no sábado, dia 7, em Criciúma, ainda com data a confirmar pela Federação Catarinense.
Garantir a vaga significaria não apenas presença em uma das competições mais tradicionais do país, mas também um reforço relevante no caixa. A Copa do Brasil é hoje uma das principais fontes de premiação do futebol nacional, com cotas milionárias já nas fases iniciais.
Campeão histórico do torneio em 1991, o Criciúma sabe bem o peso esportivo e financeiro da competição. Por isso, a final da Taça ACESC ganha contornos ainda mais decisivos para o planejamento do clube nas próximas temporadas.
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