Vitória por três gols é a única combinação que coloca o Tigre em primeiro, algo que nunca aconteceu fora de casa contra o JEC.
Foto: Beto Lima
O Criciúma entra em campo nesta quinta-feira, às 20h, na Arena Joinville, com um desafio que vai além da matemática da tabela. Para assumir a primeira colocação da chave B do Campeonato Catarinense ao fim da terceira rodada, o Tigre precisa vencer o Joinville por três gols de diferença, um resultado que jamais conseguiu na história atuando como visitante diante do rival.
Se vencer por 1×0 ou 2×0, o Criciúma até empata em pontos com o Figueirense, mas seguirá atrás nos critérios de desempate. Em triunfos com dois gols de vantagem, como 2×0, 3×1 ou 4×2, o time carvoeiro iguala o saldo de gols, porém continua em desvantagem no número de gols marcados. A liderança só vem com placares como 3×0, 4×1 ou 5×2.
O obstáculo, porém, é histórico. Desde os tempos do antigo Estádio Ernesto Schlemm Sobrinho, o Ernestão, até a atual Arena Joinville, o Criciúma nunca venceu o Joinville por três gols de diferença fora de casa. Em 100 jogos disputados em Joinville, o Tigre saiu vencedor apenas 11 vezes. Dessas, somente uma foi por dois gols de vantagem: 2 a 0 em 1983. As outras 10 vitórias aconteceram sempre com diferença mínima no placar.
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Ou seja, para deixar Joinville na liderança da chave B, o Criciúma precisará quebrar um tabu histórico e conquistar um resultado inédito diante do JEC, justamente em um confronto que tradicionalmente se mostrou equilibrado e hostil para o time carvoeiro.