Criciúma projeta um gasto mensal com o futebol profissional na casa de R$ 2,5 milhões, praticamente metade do foi gasto em 2025.
Foto: Marco Búrigo
O Conselho Deliberativo do Criciúma se reuniu na noite desta quarta-feira (10), na ACIC, em encontro marcado pela apresentação das projeções financeiras do clube para 2026. Deloir Brunelli, vice-presidente de Finanças, abriu os trabalhos reforçando a linha adotada pela gestão: “não vamos gastar mais do que arrecadar”.
A previsão total de receitas para o próximo ano é de R$ 46 milhões, distribuídos entre diferentes fontes:
• Futebol: R$ 31,924 milhões
• Sócios: R$ 19 milhões
• Receitas operacionais: R$ 900 mil
• Produtos licenciados: R$ 753 mil
• Receita financeira: R$ 120 mil
• Receitas extraordinárias: R$ 915 mil
• Convênios: R$ 1,6 milhão
Do outro lado, a projeção de despesas gira em torno de R$ 47 milhões.
O grande destaque da noite ficou por conta do orçamento destinado ao futebol profissional: R$ 31,9 milhões. O valor — recorde recente no clube — permite ao Tigre trabalhar com uma folha salarial próxima de R$ 2,5 milhões por mês ao longo da temporada 2026.
A sinalização dada pelo departamento financeiro é de que o Criciúma busca manter competitividade dentro de campo sem ultrapassar seus limites orçamentários, seguindo uma política de responsabilidade fiscal.