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Criciúma: superlotação do HMISC causa transtorno na UPA do Rio Maina

A criciumense Aline Machado Corrêa Cipriano, de 31 anos, demorou mais de duas horas para ser atendida

Foto: Nilton Alves

O Hospital Materno Infantil Santa Catarina (HMISC) de Criciúma, está atendendo apenas situações de urgência e emergência, devido à superlotação de leitos. Com isso, as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da cidade, estão recebendo alta demanda de atendimento. Na tarde de ontem, pelo menos 40 pessoas passaram pela UPA do Rio Maina, a maioria levou horas para receber assistência médica.

A criciumense Aline Machado Corrêa Cipriano, de 31 anos, demorou mais de duas horas para ser atendida na UPA do Rio Maina. Ela levou o filho de dois anos, Noah Corrêa, para o HMISC e foi transferida para a unidade, conforme exigido pela Secretaria Municipal de Saúde, caso o risco da criança seja classifica pela cor verde ou azul.

“Meu filho está apresentando uma alergia muito forte, já não sabia mais o que fazer e tive que procurar atendimento médico. Logo depois da triagem no Hospital Santa Catarina, ele foi transferido para a UPA do Rio Maina. Só que na unidade não tem médico pediatra, apenas clínico geral”, destacou Aline.

Conforme Fabiano Ribeiro, diretor das duas UPAs da cidade, sendo a outra localizada na Próspera, cada unidade possui quatro médicos cínico geral. “Ainda não temos pediatras, porque é difícil contratar profissional nessa especialidade. Mas estamos em busca para incorporar o atendimento e dar maior suporte aos pacientes”, disse.

A superlotação de leitos no HMISC iniciou no último sábado, dia 9. No domingo,12 crianças precisaram ser transferidas. Até ontem, a ocupação seguia 100% no Materno Infantil de Criciúma.

Vacinação

Ainda de acordo com Ribeiro, a maioria das crianças que procuram por atendimento médico, estão com as vacinas de rotina e contra a Influeza atrasadas.

Nas duas últimas semanas, a Secretaria de Saúde de Criciúma promoveu ações de vacinação em duas escolas municipais, no Bairro da Juventude e no Centro
de Educação Infantil (CEI) Professor Lapagesse. Cerca de 200 alunos foram vacinados.

Com informações do TNSul

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