Último acesso nacional atuando fora de casa foi em 2021, quando o Tigre ascendeu da Série C para a Série B.
Foto: Celso da Luz
O Criciúma chega ao seu novo jogo decisivo com a possibilidade de confirmar mais um acesso nacional. Mas, se isso ocorrer longe de Santa Catarina, será um feito raro na trajetória do clube. Historicamente, o Tigre costuma carimbar seus acessos atuando no Heriberto Hülse, diante da torcida.
O último exemplo foi recente: em 2023, na campanha do retorno à Série A, o Criciúma confirmou o acesso em casa, com a vitória por 3 a 0 sobre o Botafoto de São Paulo.
Antes disso, a maior parte das subidas também teve o HH como palco. Em 2012, o empate com o Atlético-PR garantiu a ascensão para a elite.
Em 2010, outra festa diante do torcedor: vitória por 2 a 0 sobre o Macaé e acesso da Série C para a Série B.
Em 2006, mais um acesso em casa, aquele histórico 6 a 0 sobre o Vitória, que devolveu o Tigre à Série B. Voltando ainda mais, em 2002, o Criciúma também confirmou seu acesso como mandante, ao superar o Santa Cruz na fase semifinal da Série B, como previa o regulamento da época.
A única exceção recente nesse retrospecto é 2021, quando o Tigre subiu da Série C para a Série B atuando fora de casa. Na ocasião, venceu o Paysandu em Belém por 1 a 0, gol do atacante Henan e assegurou a vaga.
Por isso, caso o Criciúma conquiste agora um novo acesso atuando longe de casa, repetirá um feito que não é comum na sua história. Será apenas a segunda vez, nos últimos vinte anos, que o clube sobe de divisão jogando como visitante, o que reforça o peso do desafio e o tamanho da oportunidade.