Saúde

Criciúma terá 10 leitos de UTI a partir desta quarta-feira no Hospital de Retaguarda do Rio Maina

Unidades vão ser destinadas para o tratamento de pacientes com Covid-19

Divulgação

A partir da 0h desta quarta-feira (10), a população de Criciúma e região terá à disposição 10 novos leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) no Hospital de Retaguarda do Rio Maina. Os espaços foram apresentados aos prefeitos da Amrec, nesta terça-feira (09), pelo prefeito Clésio Salvaro e pelo secretário municipal de Saúde, Acélio Casagrande, e servirão para o tratamento de pacientes com complicações por conta da Covid-19.

“É muito importante neste momento crítico da pandemia termos mais leitos disponíveis para atender a população. Conseguimos, junto ao governo estadual, a viabilização e a regulação desses leitos, mas ainda estamos buscando aumentar esse número e também ter outras soluções para combater o vírus”, declarou o prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro.

Os leitos serão regulados pelo Estado de Santa Catarina e administrados pelo Instituto Harmone, que já gerencia o Hospital de Retaguarda no Rio Maina. Atualmente, o local já conta com 50 vagas para o tratamento de pacientes com casos leves de Covid-19. “Agora, vamos ter mais 10 leitos para desafogar os hospitais da região e atender mais pessoas que necessitem de amparo. Esperamos que isso nos ajude e ajude Santa Catarina a enfrentar esse colapso no sistema de saúde”, disse o secretário de Saúde de Criciúma, Acélio Casagrande.

Abertura de leitos

No final do mês passado, em reunião na cidade, o secretário adjunto de Saúde de Santa Catarina, Alexandre Fagundes, secretários de Saúde da Região Carbonífera e representantes de hospitais do Sul do Estado já haviam definido a abertura de 10 novos leitos de (UTI) no Hospital de Retaguarda no Rio Maina e a reabertura de outros 10 leitos no Hospital Regional de Araranguá.

Combate à Covid-19

Atualmente, Criciúma possui, além do Hospital de Retaguarda do Rio Maina com 60 leitos, o Centro de Reabilitação Cardiopulmonar Pós-Covid, em anexo ao local, para pacientes que ficaram com sequelas do vírus.

O projeto já atendeu mais de 225 pessoas e se tornou referência em Santa Catarina e no Brasil, por ser o primeiro a prestar atendimento pós-covid integralmente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e por sua estrutura de ponta.

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