Advogado urussanguense, que mora em São Paulo, atravessou o continente pelo amor ao Flamengo.
Foto: Instagram/ Tiago Piacentini
Tácio Piacentini, 36 anos, natural de Urussanga e criado no coração da cidade, na Praça Anita Garibaldi, carrega no peito uma história com o Flamengo, que começou ainda na infância, influenciada pelo pai e pelo irmão mais velho, e que ganhou capítulos marcantes até chegar a Lima, no Peru, onde viveu um dos maiores momentos da vida como torcedor.
Hoje advogado e servidor na área de auditoria do Tribunal de Contas do Município de São Paulo, Tácio mora na capital paulista há cerca de 13 anos, mas nunca se afastou das raízes no Sul e tampouco do Flamengo. Antes disso, deixou Urussanga aos 17 anos, quando se mudou para Florianópolis em 2006, onde viveu até 2012.
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A paixão pelo clube começou cedo, mas o primeiro grande impacto veio aos 14 anos, em 2003, quando viu o Flamengo ao vivo pela primeira vez no Estádio Heriberto Hülse, em Criciúma. Naquele dia histórico, o Tigre abriu 4 a 0, e o Flamengo buscou reação até transformar o jogo num inesquecível 4 a 3, memória que Tácio guarda como uma marca definitiva da relação com o clube carioca.
Depois disso, assistiu a algumas partidas no Scarpelli, em Florianópolis, e anos mais tarde realizou outro sonho: acompanhar o Flamengo em grandes jogos no estado paulista ou até pegando uma ponte aérea para o Rio de Janeiro e lotando o Maracanã.
Mas nada se compara à aventura que viveu agora em 2025, mais exatamente no último sábado, dia 29, quando viu o Flamengo levantar a taça do tetracampeonato da Libertadores da América, cruzando fronteiras para estar em Lima e acompanhar a decisão contra o Palmeiras. A viagem entrou para a lista das experiências mais intensas e emocionantes de trajetória como torcedor.
Entre lembranças, viagens e uma devoção cultivada desde a infância, Tácio mostra que ser Flamengo é algo que o acompanha onde quer que ele esteja, de Urussanga a São Paulo, de São Paulo ao Maracanã, e até mesmo atravessando o continente para vivenciar momentos eternos.
“Nunca deixei de amar o clube (Flamengo) mesmo na fase não tão boa, como nos anos 90 e 2000. Nunca deixei de apoiar e torcer. O que vivi em Lima foi inesquecível e vai ficar pra sempre na minha lembrança”, enfatizou o urussanguense.
Foto: Instagram/ Tiago Piacentini