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Defensoria Pública destaca o Dia Estadual de Combate ao Bullying com ações voltadas à educação em direitos

Iniciativa reforça a conscientização nas escolas com cartilha educativa e projeto “Semeando Direitos”, promovendo respeito, empatia e prevenção à violência entre crianças e adolescentes.

Foto: Getty Images

Neste dia 07 de abril, data em que se celebra o Dia Estadual de Prevenção e Combate ao Bullying, a Defensoria Pública reforça a importância da construção de ambientes escolares seguros e acolhedores. Através de um projeto presencial e de uma cartilha educativa, a instituição atua diretamente na conscientização.

Para auxiliar famílias, educadores e jovens a identificarem e combaterem práticas agressivas, a Defensoria disponibiliza a cartilha educativa “Bullying: isso não é brincadeira”. O material explica de forma lúdica e clara as consequências dessa prática e a importância do respeito mútuo.

Projeto Semeando Direitos

Além do material informativo, a Defensoria Pública leva o debate para dentro das salas de aula através do projeto Semeando Direitos. Desenvolvida pelo Núcleo da Infância e Juventude, Direitos da Pessoa Idosa e da Pessoa com Deficiência (NIJID) e pela Assessoria de Projetos Especiais (ASSEPE), a iniciativa promove a educação em direitos para crianças e adolescentes da rede pública municipal.

O objetivo é fortalecer a cultura de paz e a proteção integral, utilizando palestras, oficinas e rodas de conversa para abordar temas como:

  • Combate à violência e discriminação;
  • Promoção da igualdade;
  • Empatia e respeito às diferenças;
  • Acesso à justiça e cidadania.

Expansão em 2026

Este ano, o projeto ampliará seu alcance, levando defensoras e defensores públicos para escolas de diversas regiões. As cidades que receberão o “Semeando Direitos” são: Florianópolis, Palhoça, Criciúma, Rio do Sul, São Miguel do Oeste e São José.

“A educação em direitos é uma das formas mais eficazes de construir ambientes mais respeitosos e inclusivos, prevenir violências e promover uma sociedade mais justa”, destaca a defensora pública Mariana Macêdo, coordenadora do NIJID.

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