A conferência teve grande importância, pois conseguiu, com sucesso, prevenir ataques submarinos, sendo apelidada de “um paraíso para apaziguadores”
Foto: Autoria Desconhecida/wiki commons
Em 1937, foi realizada uma conferência denominada de Nyon, para tratar dos ataques a navios internacionais no Mar Mediterrâneo. Naquele período, ocorria a Guerra Civil Espanhola, e a conferência foi convocada devido à suspeita de que a Itália estivesse conduzindo uma guerra submarina irrestrita. No entanto, o país não chegou a identificar nenhum submarino.
A conferência foi liderada pelo Reino Unido e pela França, reunindo diversos países, como Bulgária, Egito, Grécia, Romênia, Turquia, União Soviética e Iugoslávia.
O primeiro acordo da conferência, assinado em 14 de setembro de 1937, previa medidas para contra-atacar submarinos que abrissem fogo, com a criação de patrulhas navais. O Reino Unido e a França ficaram responsáveis por grande parte do Mediterrâneo Ocidental, enquanto os demais países patrulhavam apenas as águas sob sua jurisdição. Três dias depois, foi assinado o segundo acordo, que aplicava ações semelhantes aos navios de superfície.
A conferência teve grande importância, pois conseguiu, com sucesso, prevenir ataques submarinos, sendo apelidada de “um paraíso para apaziguadores”. No entanto, nunca houve uma acusação formal contra a Itália pelos ataques, que foram atribuídos a “piratas desconhecidos”.
Fonte consultada:
WIKIPÉDIA. Conferência de Nyon. Disponível em https://pt.wikipedia.org/wiki/Conferência_de_Nyon Acesso em 10 set. 2025