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Egressos de Jornalismo da UniSatc são finalistas de Prêmio Nacional

Reportagem sobre o Transtorno do Espectro Autista destaca sensibilidade e inovação na produção jornalística acadêmica

Foto – SATC

A reportagem ‘Uma peça do quebra-cabeça que luta para encontrar o seu lugar’, produzida por acadêmicos do curso de Jornalismo do Centro Universitário UniSatc, foi selecionada como finalista do Prêmio de Comunicação Fundação José Luiz Setúbal. O concurso que chega à sua quinta edição tem como foco a saúde da criança e do adolescente. O reconhecimento da produção acadêmica coloca o curso de Jornalismo entre os destaques nacionais na área de comunicação social.

A matéria propõe um olhar sensível e informativo sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), reunindo histórias reais e perspectivas diversas de pessoas diagnosticadas e de suas famílias. A proposta dos autores foi construir uma narrativa empática, com linguagem acessível e recursos multimídia. “Queríamos apresentar a visão de mundo de diferentes pessoas, não apenas uma abordagem teórica ou científica. O objetivo era gerar acolhimento para os recém-diagnosticados e informar quem busca compreender melhor o tema”, explica a egressa de jornalismo, Letícia Cardoso.

Para a coordenadora do curso da UniSatc, Marli Vitali, o reconhecimento é reflexo direto da formação oferecida pela instituição. “Para nós, do Jornalismo UniSatc, ver nossos alunos como finalistas de prêmios é muito gratificante. Demonstra a qualidade dos profissionais que estão sendo formados e o nível de excelência dos trabalhos produzidos ao longo do curso”, pontua.

Reconhecimento Nacional

O Prêmio de Comunicação Fundação José Luiz Setúbal busca ampliar o debate sobre a saúde da criança e do adolescente entre jornalistas, comunicadores e produtores de conteúdo. Na primeira etapa, os finalistas participam de uma votação popular, disponível neste link.

O reconhecimento nacional reforça o compromisso da UniSatc com a formação de comunicadores críticos e humanos, capazes de unir técnica, ética e sensibilidade social em suas produções. “É algo sem precedentes. Apenas o fato de termos sido selecionados entre tantos profissionais e estudantes já é enriquecedor. Estar naquele meio comprova a nossa dedicação e o resultado que tivemos com o nosso trabalho”, destaca Letícia.

A reportagem foi desenvolvida ainda durante a graduação e hoje os jornalistas Henrique Ferreira, Letícia Cardoso, Monique Amboni e Pedro Passos representam a UniSatc na premiação, sob orientação do professor Eduardo Prestes.

“Com prêmio ou não, já temos uma vitória ao ver nosso trabalho reconhecido em escala nacional. O tema é de fundamental importância, pois impacta a vida de muitas pessoas e contribui para promover compreensão e respeito”, ressalta a egressa.

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