No dia 7 de agosto daquele ano, embaixadas dos Estados Unidos em países do continente africano foram alvos de ataques criminosos, atribuídos a grupos terroristas como a Jihad Islâmica Egípcia e a Al-Qaeda
Foto: FBI/wiki commons
Em 1998, mais um caso de terrorismo chamou a atenção do mundo. No dia 7 de agosto daquele ano, embaixadas dos Estados Unidos em países do continente africano foram alvos de ataques criminosos, atribuídos a grupos terroristas como a Jihad Islâmica Egípcia e a Al-Qaeda. Duas embaixadas foram atingidas: a de Nairóbi, no Quênia, e a de Dar es Salã, na Tanzânia.
Em Nairóbi, o número de mortos chegou a 213, incluindo 12 cidadãos americanos. Além disso, entre 4.000 e 5.500 pessoas ficaram feridas. O ataque também causou a destruição parcial ou total de grandes edifícios da cidade, agravando ainda mais a situação econômica do Quênia.
Os Estados Unidos não deixaram os ataques sem resposta. Poucos dias depois, em 20 de agosto daquele mesmo ano, lançaram a chamada Operação Infinite Reach, uma série de ataques com mísseis disparados por um cruzador da Marinha americana contra um campo de treinamento da Al-Qaeda no Afeganistão e uma fábrica farmacêutica no Sudão, que o governo dos EUA acreditava estar envolvida na produção de armas químicas para o grupo terrorista.
Esse ataque, somado a outros ocorridos posteriormente, como o atentado às Torres Khobar, na Arábia Saudita, e o ataque ao navio contratorpedeiro USS Cole, no Iêmen, compõe a série de crimes terroristas cometidos contra os Estados Unidos, culminando naquele que talvez tenha sido o mais devastador: os atentados ao World Trade Center, em 11 de setembro de 2001.
Fonte consultada:
WIKIPÉDIA. Atenatados terroristas às embaixadas dos Estados Unidos na África de 1998. Disponível em https://pt.wikipedia.org/wiki/Atentados_terroristas_às_embaixadas_dos_Estados_Unidos_na_África_de_1998 Acesso em 07 ago. 2025