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Entrada gratuita em comemoração ao aniversário do Museu ao Ar Livre

Na sexta-feira (30) o Museu ao Ar Livre Princesa Isabel comemora 39 anos de fundação, preservando parte do patrimônio cultural da região Sul de Santa Catarina.

Foto: Divulgação

Na sexta-feira (30) o Museu ao Ar Livre Princesa Isabel comemora 39 anos de fundação, preservando parte do patrimônio cultural da região Sul de Santa Catarina. E na data especial quem ganha o presente é a população com entrada gratuita para a visitação do espaço cultural, que é mantido pela Fundação Educacional Barriga Verde – FEBAVE.

A diretora do Museu ao Ar Livre, Valdirene Böger Dorigon, destaca que ação une os festejos de aniversário da instituição e do município de Orleans e busca incentivar as pessoas a enriquecerem o conhecimento sobre a história da imigração. “É mais uma iniciativa com o objetivo de estimular as pessoas a conhecerem o passado, a história das suas próprias famílias. Saber mais sobre o que se passou é também entender o presente”, pontua. A visitação gratuita acontece das 9h às 17h30min, e é válida para pessoas de toda a região.

Valdirene ainda detalha que o Museu ao Ar Livre é uma instituição de caráter tecnológico, histórico e documental que preserva, pesquisa e divulga a cultura material de diversas etnias, destacando um acervo proveniente da imigração em Orleans e região sul de Santa Catarina. A expressão “ao Ar Livre” corresponde à forma de apresentação do acervo num ambiente natural e ecológico, destacando o modo de vida dos colonizadores no início do século XX.

Um patrimônio cultural brasileiro

No mês de junho, depois de mais três décadas de espera, o Museu ao Ar Livre Princesa Isabel foi reconhecido, por unanimidade, como patrimônio cultural brasileiro pelo Conselho Nacional do Patrimônio Cultura do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan. O processo de tombamento da instituição foi iniciado em 1987.

Valdirene explica que o espaço cultural já era tombado pelo Estado de Santa Catarina e que o reconhecimento nacional traz ainda mais proteção. “Ou seja, quando você torna um bem tombado, ele deve ser conservado e mantido para as próximas gerações. Faz com que a nossa história continue a ser contada por muitas e muitas gerações. Mantém a memória viva”, observa.

Sobre o museu

Inaugurado em 1980, o Museu ao Ar Livre teve como principal idealizador o Pe. João Leonir Dall’Alba. É o primeiro do gênero na América Latina, instalado numa área de vinte mil metros quadrados de terra. As construções, de características tradicionais, abrangem: capela, engenho de farinha de mandioca, estrebaria, galpão de serviços domésticos, cozinha de chão batido, casa do colono, cantina, meios de transporte, engenho de cana-de-açúcar, serraria pica-pau, oficinas artesanais, marcenaria, atafona, balsa, ferraria, monjolo e Centro de Vivências.

Além destas unidades citadas, também encontramos instalado nas dependências do Museu, a Casa de Pedra, que abriga o Centro de Documentação Histórica Plínio Benício (CEDOHI), salas de exposições e Laboratório de Conservação e Restauração (LACOR).

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