Educação

Equipe de robótica UniSatc une ensino superior e técnico para aprendizado mais imersivo

Southbotz é composta por professores, acadêmicos da faculdade de Engenharia Mecatrônica e alunos do técnico de mecatrônica e informática

Divulgação

Criada em 2017, a equipe de robótica Southbotz está atuando desde o início do ano letivo com um novo método imersivo de integração de alunos na área: a união dos ensinos técnicos de Mecatrônica e Informática junto com a graduação de Engenharia Mecatrônica UniSatc. O objetivo é realizar projetos da equipe. Atualmente o time conta com 15 participantes, incluindo professores e estudantes.

A união de jovens, do ensino técnico e da graduação, serve para estimular o processo de aprendizado dos alunos na equipe de robótica. É a primeira vez que a Southbotz realiza esse tipo de projeto e a ideia é continuar com a proposta “Queremos aprimorar esse método de ensino de um aprendendo com o outro. Assim os alunos vão tomando gosto pelo estudo”, explicou o coordenador da equipe, Cleber Lourenço Izidoro.

Os alunos dos técnicos estão se encontrando com os professores nas sextas-feiras e os acadêmicos estão se reunindo nas suas folgas ou em finais de semana. Duas iniciativas já estão sendo elaboradas: um robô de 500 gramas na categoria sumô e um robô seguidor de linha. Esses dois projetos serão levados para as próximas competições.

O aluno do Terceirão e da 3ª fase do curso técnico de Mecatrônica, Paulo Henrique Barichello de Bona, decidiu entrar na equipe por ser uma oportunidade de aprendizado. “Participar de competições é uma das melhores formas para aprimorar o que aprendemos em sala de aula”, declara. Ele já conheceu alguns processos de montagem e componentes eletrônicos de robôs que em sala de aula não são tão usuais. “Isso é ótimo pra quem gosta de eletrônica e informática, como eu”, disse.

Para o acadêmico da 7ª fase do curso de Engenharia Mecatrônica e integrante do grupo desde 2018, Paulo Henrique Marcello Mafioleti, participar da construção dos projetos, ajudou no seu desenvolvimento na faculdade. “Tivemos que aprender coisas que ainda não tínhamos conhecimento, então ficamos adiantados no conteúdo de algumas matérias. Depois de um projeto terminado, é muito gratificante viajar para as competições, onde conhecemos gente do Brasil todo, podendo aprender novas técnicas”, afirmou Paulo.

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