Artista iniciou na sanfona aos 6 anos, construiu carreira nacional e celebrou realização pessoal e profissional na TV aberta.
Foto: Rede Social
O sanfoneiro Vitor Hugo de França Faustina, natural de Tubarão, participou nesta segunda-feira, dia 12, do programa Encontro, apresentado por Patrícia Poeta, na TV Globo. O músico se apresentou ao lado da banda da dupla sertaneja Júlia e Rafaela, consolidando um momento marcante de sua trajetória artística construída desde a infância.
A apresentação foi descrita por ele como uma “experiência surreal” e uma “realização profissional e pessoal muito grande”. Vitor toca sanfona desde os 6 anos de idade e, ao longo do tempo, passou a dominar outros instrumentos, como violão, bateria, baixo e teclado. A carreira começou ainda criança, em bailes pela região Sul catarinense, ao lado de seu professor, dando os primeiros passos no universo musical de forma precoce e consistente.
Em 2020, ele passou a publicar vídeos nas redes sociais tocando sanfona, conteúdos que rapidamente viralizaram e ampliaram sua visibilidade. A partir disso, vieram convites para lives com artistas regionais, apresentações em bares e shows, até que, em 2022, a carreira ganhou projeção nacional. Segundo Vitor, em entrevista ao site HC Notícias, o primeiro grande salto aconteceu ao integrar a banda do cantor Gabriel Valim.
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Na sequência, em 2023, ele se mudou para Goiânia para tocar com a dupla João Gustavo e Murilo, donos de um dos hits mais ouvidos do país em 2019. “Em Goiânia conheci pessoas incríveis e gravei projetos maravilhosos”, relatou. Em 2024, o músico recebeu o convite para integrar a banda da dupla Júlia e Rafaela, o que o levou a se mudar para Londrina.
Já em 2025, Vitor acumulou conquistas importantes, como gravações que chegaram ao topo das paradas nacionais e colaborações com artistas de destaque.
“Tive composições gravadas por artistas como Ana Castela e participei de grandes projetos”, destacou.
A participação no Encontro marcou o início de 2026 de forma especial. Vitor revelou que o momento teve um significado emocional profundo.
“Desde criança, eu assistia aos programas da Globo com minha avó Zelanda, que já faleceu. Estar naquele estúdio foi mais do que uma realização profissional, foi um sonho pessoal”, contou.