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FAMOR busca neutralizar efeito da emissão de CO2 com plantio de árvores

Em um mundo globalizado como o nosso, falar em cuidados com o meio ambiente já virou clichê. “Não poluir”, “não desmatar” ou “cuidar dos animais” são frases comuns. Há quem diga que desenvolvimento e preservação da natureza é algo contraditório, e que a sustentabilidade é fictícia, especialmente em um país que ainda depende dos recursos naturais para sobreviver, ou melhor, que não se conscientizou que a natureza é um recurso esgotável.

Para podermos desfrutar de algumas comodidades, ou até de bens necessários, é preciso causar alguns danos ambientais, como por exemplo, utilizar o carro como meio de transporte. Formas de minimizar o dano que ele provoca são bem conhecidas. Uma delas é optar pelo meio de transporte coletivo, porém nem todos realizam esta troca e pessoas da mesma família acabam utilizando mais de um veículo para se locomoverem para um mesmo local.

Buscando usar a globalização e a tecnologia como ferramentas de preservação do meio ambiente, o Estatuto OSCIP Iniciativa Verde, uma organização ambientalista que busca a redução dos impactos ambientais provocados pelas atividades humanas, está implantando medidas para mitigação no meio urbano e no rural. O site do estatuto (www.iniciativaverde.org.br) disponibiliza a calculadora de CO2, que calcula a quantidade de árvores que deve ser plantada de acordo com o número de CO2 que você lança no meio ambiente durante a realização de atividades rotineiras, como consumo de energia, de gás de cozinha, de combustível e viagens áreas.

O uso da ferramenta é simples, basta lançar seus dados nos respectivos lugares e, rapidamente, o programa apresenta o número de árvores que deve ser plantado. Outros sites também disponibilizam calculadoras de CO2 com a mesma finalidade de preservar o meio ambiente.

“Preocupadas com a quantidade de dióxido de carbono lançada pelos carros do Centro Administrativo da Prefeitura, que possui em sua frota um Fiesta, um Celta, um Fiat Uno, um Doblô e um Siena, a estagiária da Fundação do Meio Ambiente de Orleans – FAMOR, Juliana Cardoso Hoffmann, e a bióloga Thatiane Cordini Fernandes, realizaram o cálculo dos veículos e o resultado apontou a necessidade de plantarmos 176 árvores”, relata o superintendente da FAMOR, Eduardo Bertoncini. “Logo iniciaremos o plantio dessas árvores e intensificaremos o trabalho de consciencialização com a população orleanense”, conclui.

Colaboração: Stéphanie Piava Pizzolatti

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