Desde 1997, a ferrovia superou 42 milhões de toneladas transportadas, promoveu uma série de melhorias e aprimorou as operações
O transporte por ferrovias é cada vez mais importante e necessário para que a economia brasileira possa crescer com sustentabilidade, sem correr o risco de sofrer um apagão logístico. Com os investimentos anunciados pelo governo federal, na ordem de R$ 91 bilhões, no ano passado, o setor deve impulsionar o mercado ferroviário neste ano.
Apesar da pequena extensão da malha ferroviária brasileira de cargas, que possui apenas 28.366 quilômetros, o modal é responsável por quase 25% do transporte das riquezas do país.
Em Santa Catarina, a Ferrovia Tereza Cristina (FTC), que completa 16 anos de administração privada hoje, assumiu o desafio de reerguer o modal ferroviário no sul do estado, com foco no transporte de carvão da região carbonífera para o Complexo Termelétrico Jorge Lacerda, em Capivari de Baixo.
De lá para cá, superou 42 milhões de toneladas transportadas, promoveu uma série de melhorias e aprimorou as operações. Investiu mais de R$ 46,5 milhões em modernização de locomotivas, vagões e equipamentos de oficinas, recuperação da via permanente, sinalização, segurança de passagens em nível, desenvolvimento de softwares de gerenciamento operacional, adequações ambientais, capacitação do quadro de colaboradores e em programas de responsabilidade social, voltados para o bem-estar e qualidade de vida das comunidades lindeiras.
Com uma malha ferroviária de 164 quilômetros, o menor corredor ferroviário brasileiro, e com uma linha isolada, a FTC passa por 14 municípios. Pelo empreendedorismo e a confiança no potencial da região, a empresa está preparada para atender novas opções de cargas, com destino à exportação pelo Porto de Imbituba.