Movimento foi encerrado após quitação do vale-alimentação e do vale-transporte dos trabalhadores do hospital de Criciúma.
Foto: Divulgação
Os trabalhadores do Hospital Materno Infantil Santa Catarina (HMISC), em Criciúma, encerraram na tarde desta quinta-feira (5) a paralisação iniciada no período da manhã. O retorno das atividades ocorreu após negociação com o Instituto de Desenvolvimento, Ensino e Assistência à Saúde (Ideas), gestor da unidade, que efetuou o pagamento do vale-alimentação e do vale-transporte.
De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde de Criciúma e Região (Sindisaúde), outras reivindicações seguem em negociação e devem ser regularizadas até o dia 10 de fevereiro. Entre as pendências estão valores referentes ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e o não repasse de descontos de empréstimos consignados às instituições credoras.
O presidente do Sindisaúde, Cleber Cândido, afirmou que a paralisação foi uma medida extrema diante do acúmulo de atrasos. Segundo ele, o movimento surtiu efeito e ganhou repercussão regional e estadual, inclusive com a intervenção do secretário de Estado da Saúde. “Não era o que queríamos, mas foi a alternativa encontrada para cobrar soluções para problemas que se arrastavam há muito tempo”, destacou.
Com o encerramento do movimento, os atendimentos no Hospital Materno Infantil Santa Catarina foram retomados normalmente, enquanto a categoria aguarda o cumprimento dos prazos acordados para a regularização total das pendências.
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