Gincana dos Cursos Técnicos da Satc une alunos, professores e coordenação em grande confraternização.
Foto: Divulgação
A Gincana dos Cursos Técnicos da Satc (Gintec) é uma tradição do Colégio Satc que ocorre desde 2002, e busca integrar os alunos de modo dinâmico por meio de uma competição. As quatro equipes são divididas por cores, sendo elas: Cemaq, Eletro Elite, Mancha Azul e Papa Grafite, representadas pelas cores laranja, verde, azul e branco, respectivamente.
Anualmente, as equipes se reúnem para provas que envolvem dança, agilidade, conhecimento, filantropia, entre outras modalidades que podem variar a cada edição. Mas a disputa vai além do dia da gincana e ultrapassa inclusive os objetivos da sua criação.
“Já foram mais de 20 edições, e hoje já conseguimos ver que se tornou cultural, até mesmo familiar. O significado e o sentimento da Gintec hoje passa de geração para geração, e ficamos muito felizes em saber que agora essa integração que foi criada para aproximar professores, alunos e o colégio, hoje vai além do espaço da Satc e chega nas casas das famílias”, conta a orientadora educacional dos cursos técnicos, Albertina Veronez Lazzarin.
O sentimento da Gintec é uma marca que os ex-alunos carregam e valorizam mesmo depois de anos.
“Eu participei da Gincana em 2004 como aluno e foi uma experiência que deixou uma marca em mim e em todos que estavam comigo. Hoje, eu e o resto da comissão organizamos um regulamento claro do que as equipes podem ou não fazer, pois temos o objetivo de manter a essência dessa confraternização que é a Gintec, de união e festa”, declara o ex-aluno e atual Coordenador de Ensino Técnico, Adelor Felipe da Costa.
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“A Gintec, muito mais do que jogos e gincana, a gente vê nela a união das equipes, dos cursos técnicos, um momento de celebrar, de vibrar com seus amigos e deixar tudo mais leve”, comenta a líder da equipe Papa Grafite, Luany Vitória. O colega, Kauã Silvestri, líder da Eletro Elite, complementa. “Foi durante as reuniões, as confraternizações, que consegui fortalecer vínculos, independente de sermos de grupos de cores diferentes”.
“Para mim, foi importante para o meu crescimento pessoal e coletivo, porque é quase uma família, não só uma equipe. A Gintec faz a gente pensar no coletivo e com empatia”, declara o líder da Cemaq, Arthur Souza. “Tudo o que vivemos ao longo desses dois anos foi um aprendizado pra gente, como funcionam as amizades, como funciona trabalhar em grupo”, finaliza a líder da Mancha Azul, Maria Eduarda Marques.
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