Crime ocorreu em 2022 e investigação da Polícia Civil reuniu provas periciais e imagens que levaram à condenação pelo Tribunal do Júri.
Foto: TJSC
O Tribunal do Júri da Comarca de Içara condenou, nesta quinta-feira (6), um homem a 15 anos de prisão, em regime inicial fechado, pelos crimes de feminicídio qualificado e ocultação de cadáver. A decisão também determinou o cumprimento imediato da pena.
O caso teve início em dezembro de 2022, após o desaparecimento de Ivonete Alves, que foi vista pela última vez na SC-445, na área central de Içara.
A investigação, conduzida pela Delegacia de Polícia de Içara, utilizou diligências de campo, análise de imagens de câmeras de monitoramento e laudos da Polícia Científica para identificar o veículo que buscou a vítima no local de trabalho.
Durante a apuração, peritos encontraram vestígios biológicos compatíveis com sangue no interior do automóvel. O material foi posteriormente confirmado por exame de DNA, reforçando as provas da autoria e da materialidade dos crimes.
No julgamento, o Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese apresentada pela acusação. O réu foi condenado por feminicídio qualificado, por ter utilizado recurso que dificultou a defesa da vítima, além do crime de ocultação de cadáver, recebendo pena de 15 anos de reclusão em regime fechado.
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