Segurança

Homem é condenado a 15 anos por feminicídio e ocultação de cadáver em Içara

Crime ocorreu em 2022 e investigação da Polícia Civil reuniu provas periciais e imagens que levaram à condenação pelo Tribunal do Júri.

Foto: TJSC

O Tribunal do Júri da Comarca de Içara condenou, nesta quinta-feira (6), um homem a 15 anos de prisão, em regime inicial fechado, pelos crimes de feminicídio qualificado e ocultação de cadáver. A decisão também determinou o cumprimento imediato da pena.

O caso teve início em dezembro de 2022, após o desaparecimento de Ivonete Alves, que foi vista pela última vez na SC-445, na área central de Içara.

A investigação, conduzida pela Delegacia de Polícia de Içara, utilizou diligências de campo, análise de imagens de câmeras de monitoramento e laudos da Polícia Científica para identificar o veículo que buscou a vítima no local de trabalho.

Durante a apuração, peritos encontraram vestígios biológicos compatíveis com sangue no interior do automóvel. O material foi posteriormente confirmado por exame de DNA, reforçando as provas da autoria e da materialidade dos crimes.

No julgamento, o Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese apresentada pela acusação. O réu foi condenado por feminicídio qualificado, por ter utilizado recurso que dificultou a defesa da vítima, além do crime de ocultação de cadáver, recebendo pena de 15 anos de reclusão em regime fechado.

Para receber em tempo real as principais notícias que impactam a nossa região,
entre no grupo de WhatsApp do Sul in Foco clicando aqui

Notícias Relacionadas

Empresário é condenado a 12 anos pela morte de Tita em Laguna

Jhonathan Vanderlind Zanelatto foi considerado culpado por homicídio qualificado e omissão de socorro contra o ex-jogador de futebol.

Estado é condenado por danos após deslizamento em escola de Gravatal

Decisão do TJSC reconheceu responsabilidade concorrente e determinou pagamento de metade dos prejuízos, além de obras de contenção e drenagem.

Ministério Público denuncia jovem por feminicídio qualificado e ocultação de cadáver no caso Joviana, em Sangão

José Gustavo Rabelo, de 21 anos, é acusado de matar a namorada de 19 anos por asfixia após ela manifestar a intenção de terminar o relacionamento e de manter o corpo escondido por cerca de três dias.

Homem é condenado a mais de 40 anos por matar duas pessoas atropeladas em Meleiro

Crime ocorreu após uma briga na saída de uma festa; segundo o processo, réu retornou pela SC-108 e lançou o carro contra as vítimas.