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Investigação do roubo a banco em Criciúma avança e aponta 12 envolvidos

Dez são de São Paulo e dois de Santa Catarina; veja mais detalhes da operação Santa Forte.

Divulgação

A Polícia Civil desencadeou nesta sexta-feira (26) a segunda fase da operação Santa Forte para levar à prisão 12 envolvidos no roubo ao Banco do Brasil, em Criciúma, no Sul catarinense, ocorrido em 30 de novembro de 2020.

A primeira fase das investigações já havia resultado na prisão e no indiciamento de 16 pessoas relacionadas à organização criminosa responsável pelo roubo de R$ 125 milhões.

Agora, as investigações apontaram a participação direta de 12 pessoas no assalto: dez homens de São Paulo, um homem e uma mulher de Santa Catarina, que tiveram suas prisões preventivas decretadas pela Justiça.

“Avançamos agora para responsabilizá-los pelo cometimento do roubo diretamente, com diversos situações que agravam a pena, como o uso de armas de fogo com calibre proibido, de explosivo e com um policial gravemente ferido naquela situação”, comenta o delegado Anselmo Cruz.

Segundo a Polícia Civil, nessa nova fase dez indivíduos já estão entre os dezesseis que respondem pelo crime de organização criminosa.

Os trabalhos contam com o apoio do IGP (Instituto Geral de Perícias) e do MPSC (Ministério Público de Santa Catarina).

Roubo histórico

A ação ocorrida em Criciúma é chamada de “domínio de cidade” e foi o maior roubo da história no Brasil, quando foram levados R$ 125 milhões. No país, foram levados valores superiores apenas nos furtos ao Banco Central de Fortaleza, em 2005, de onde subtraíram R$ 164 milhões, e quando foram arrombados 170 cofres do Banco Itaú, em São Paulo, em 2011, estimando-se em R$ 500 milhões, entre joias e dinheiro.

Com informações do site ND Mais

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