Detalhes da perícia apontam possível dinâmica do crime contra a jovem de 16 anos desaparecida desde novembro em Araranguá.
Foto: Divulgação
O laudo pericial do corpo da adolescente Daniele Roque Silveira trouxe novos detalhes sobre a dinâmica do crime. A jovem, de 16 anos, foi encontrada morta no último dia 10 de março em uma área de dunas na região Sul do Balneário Rincão.
De acordo com informações apuradas, o exame realizado pela Polícia Científica apontou que a causa da morte teria sido traumatismo craniano. O cadáver também apresentava marcas de queimaduras, o que levanta a suspeita de que os autores tenham ateado fogo no corpo após a morte.
Daniele estava desaparecida desde o dia 20 de novembro de 2025, quando saiu de casa, no bairro Polícia Rodoviária, em Araranguá. Na ocasião, ela teria solicitado um carro por aplicativo até Balneário Rincão. Conforme relato do motorista à polícia, a adolescente informou que iria encontrar um rapaz na cidade.
As investigações da Polícia Civil indicam que esse homem teria recebido a jovem e, junto com um casal, seria suspeito de torturar, matar e enterrar o corpo nas dunas.
O inquérito já foi concluído e identificou os envolvidos no crime. Um dos suspeitos está preso no sistema prisional catarinense, enquanto outros dois seguem foragidos, ambos com prisão preventiva decretada.
O corpo de Daniele será velado nesta terça-feira, dia 17, um a partir das 11h30, na Capela Mortuária Sanga da Toca. A cerimônia de despedida está prevista para as 16h30, seguida do sepultamento.
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