Educação

Lições do funk

São letras ofensivas à moral e aos bons costumes, pornografia da pior espécie.

Divulgação

Há poucos dias acompanhamos a tragédia em Paraisópolis SP, e pensamentos diversos atropelam nossas mentes na tentativa de encontrar respostas para tamanha insanidade de tantos jovens e adolescentes que se lançarem, sem limite, à degradação do corpo, da mente, dos valores por meio de uma “cultura” tão degradada e degradante, como o tal “funk” que está em todas as partes do país.

O “funk” teve início na década de 1960 nos Estados Unidos. Definido como “conjunto de ideias, comportamentos, símbolos e práticas sociais”, que o ser humano adquire e aprimora gradativamente. Mas, aqui no Brasil tomou outro rumo…Com o passar dos tempos o real significado foi se deteriorando e o que temos hoje é um tipo de música que envergonha nosso país, denigre a imagem da mulher, faz apologia ao crime, à sexualidade, às drogas. São letras ofensivas à moral e aos bons costumes, pornografia da pior espécie. Tornou-se um mal incontrolável, influenciando negativamente as gerações.

Sabemos que a música é o reflexo da educação e cultura de um povo. Em outros países o “funk” traz músicas de bom conteúdo, no entanto aqui no Brasil representa o pior estágio da degradação humana, pois propaga comportamentos e opiniões que levam à perda dos valores morais e culturais inerentes a uma sociedade saudável. É um gênero musical que em hipótese alguma pode ser chamado de “arte”, pois é uma desconstrução na formação moral de jovens e crianças. É uma cultura de lixo, sem melodia, sem voz, sem arranjo, dotada de um forte apelo ao uso de drogas, desrespeito às leis, prostituição infantil, degradação da mulher e outros crimes, através das letras musicais. São apenas manifestações animalescas. É uma indústria do crime, dinheiro fácil para empresários, além da poluição sonora que incomoda e tira o sossego das pessoas que vivem nas tais comunidades, trabalham e precisam ter seu descanso. É um desrespeito, um crime de saúde pública, pois atinge a criança, o menor adolescente, a família. Junta-se a isso, todos os investimentos do Estado em policiamento, assistência médica e outros compromissos da nação para com o bem-estar de todo cidadão, trabalho às vezes não reconhecido. Lembrando que na maioria das vezes a ação da polícia, para conter a desordem, é condenada, ficando o policial como o vilão da história.

A tragédia em Paraisópolis deve servir para repensar a necessidade urgente de uma política de segurança pública e acesso à cultura, lembrando que liberdade de expressão não significa libertinagem. Há que se estabelecer limites, para a busca de um equilíbrio entre as partes envolvidas.

Assim, é preciso admitir que o “funk” de hoje no Brasil, não tem nada a ver como os moldes originais, influenciando negativamente o pensamento e o comportamento das crianças, adolescentes e jovens. Uma verdadeira “incubadora” de transgressores da lei e da ordem. É hora de o Estado impor limites racionais de comportamento para evitar o descontrole social, e dever dos pais de manterem os filhos afastados dessa podridão musical.

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