Educação

O Brasil que eu quero

Foto: Divulgação

Há alguns meses a rede Globo lançou uma campanha com um propósito implícito para, como sempre, manipular os cidadãos, mas como diz o velho ditado “o tiro saiu pela culatra”, porque o povo cansou de ser tolo, e as respostas dadas estão longe de ser as esperadas.

O Brasil que queremos não é o mesmo que a poderosa, a dominadora quer, a começar pelas instruções cansativas e repetitivas, menosprezando a capacidade do telespectador (entenda-se: eleitor): “celular na horizontal, dois passos de distância”… Irritante…

Como tudo na vida é aprendizado, a campanha teve um lado extremamente positivo: mostrou que o brasileiro aproveitou o momento e disse o que nunca teve oportunidade de dizer, apesar dos escassos quinze segundos. Ao contrário do que esperavam foram mostradas as mazelas sociais pelas quais passa grande parte da população brasileira. O povo preferiu mostrar o Brasil que temos, em forma de depoimentos autênticos, verdadeiros desabafos, porque o que queremos está longe de acontecer. De norte a sul do país favelas dominadas pelo tráfico, miséria, hospitais sucateados, falta de moradia, escolas sem condições, lixões, doenças, obras públicas inacabadas, violência, falta de segurança, desastres ambientais, além da grave crise moral e ética de nossos políticos.

A campanha deu liberdade de expressão e os brasileiros exerceram sua cidadania, denunciando com inteligência e responsabilidade, para o país inteiro, fatos até então desconhecidos, muitos escondidos, mas comuns em diversas regiões. Serviu para mostrar a diversidade cultural de um país rico demais, até então desconhecida por muitos, que merece ser respeitada. A sujeira debaixo do tapete foi tirada. O povo provou que se preocupa com o futuro… Como está não é possível continuar.

O povo, por unanimidade, chegou no limite da tolerância quanto à corrupção no país, ficando claro o anseio por um país mais digno, mais justo, com oportunidades iguais, sem miséria, com melhor distribuição de rendas, com políticos comprometidos com o bem-estar e desenvolvimento da nação. É preciso que educação, saúde e segurança sejam .as principais preocupações dos responsáveis pela condução do país. Só a educação pode salvar um país.

Assim, o Brasil que todos queremos depende de nós. A mudança só acontecerá se todos nós, independente de ideologia política, de cor, raça, posição social, situação econômica, assumirmos o compromisso com o país. Só há políticos corruptos porque existe povo corrupto. E como fazer?

A hora é agora…. A resposta daremos nas urnas, pois é a oportunidade que temos de limpar da política brasileira a corrupção, votando com consciência. Está em nossas mãos a possibilidade da mudança tão sonhada, dizendo não à reeleição, analisando cada candidato para saber se realmente ele é capaz de conduzir o “Brasil que queremos para o futuro”.

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