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O fatídico dia do “Crash” na Bolsa de Valores de Nova York

Foto – Divulgação

Logo após o término da Primeira Guerra Mundial (1914–1918), os Estados Unidos passaram por um período de grande crescimento econômico. A venda de automóveis, o aumento na produção industrial e o consumo de produtos pela população atingiram níveis impressionantes. Isso contribuiu para que muitas pessoas começassem a investir no mercado, acreditando que os preços das ações continuariam subindo, valorizando cada vez mais seus investimentos.

Estamos falando da década de 1920. Naquela época, o mercado financeiro e as instituições bancárias não tinham muitas regulamentações quanto a empréstimos, o que rapidamente desencadeou um nível alarmante de endividamento em todo o país. No mês de setembro de 1929, a situação começou a piorar devido à queda no índice de ações Dow Jones. Isso gerou desconfiança por parte de alguns investidores, que rapidamente começaram a vender suas ações. Nos dias seguintes à queda no índice de ações, mais investidores começaram a vender suas ações, o que resultou em uma queda cada vez maior no mercado e culminou na grande quebra da Bolsa de Valores do país.

O dia 24 de outubro ficou marcado na história como a “Quinta-feira Negra”, a data do “Crash na Bolsa de Valores de Nova York”, que deu início à Grande Depressão, também conhecida como a Crise de 1929. Nesse dia, muitos investidores tentavam vender suas ações ao mesmo tempo, gerando uma queda acentuada nos preços e levando a sérias consequências, como a falência de muitos bancos, o desemprego de milhões de pessoas e a instalação de uma crise financeira mundial, visto que os Estados Unidos eram uma das maiores e mais poderosas potências da época.

Além de instaurar o caos na vida econômica das pessoas, a crise contribuiu para que grande parte da população enfrentasse problemas de saúde mental, como ansiedade, desespero e, principalmente, depressão. O sentimento de desesperança levou muitos ao suicídio, aumentando drasticamente os índices durante esse período. Em 1933, com a chegada de Franklin Delano Roosevelt à presidência dos Estados Unidos, a crise começou a enfraquecer com a implementação do plano “New Deal”, que consistia em uma série de programas destinados a recuperar a economia aos poucos. O plano incluía investimentos pesados em obras públicas para gerar muitos empregos, a destruição dos estoques de produtos agrícolas para conter a queda dos preços, a redução da jornada de trabalho para abrir novos postos e o controle dos preços e da produção dos produtos no setor agrícola e industrial para evitar a superprodução. Graças a essas medidas, a crise foi gradualmente diminuindo e a economia se estabilizou, fazendo com que o país se restabelecesse como um exemplo econômico para o mundo nas próximas décadas.

Fontes consultadas:

https://pt.wikipedia.org

https://brasilescola.uol.com.br

https://bing.com

 

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