Caso ganhou grande repercussão após vídeo circular nas redes sociais; homem de 22 anos e mulher de 19 foram identificados e serão investigados por maus-tratos a animal silvestre.
Foto: Reprodução
A Polícia Civil identificou os dois jovens envolvidos no caso de agressão a um macaco-prego no Parque Ecológico de Maracajá. O episódio ganhou grande repercussão nas redes sociais depois que um vídeo mostrando a violência contra o animal começou a circular.
Segundo a Polícia Civil, o homem de 22 anos, suspeito de praticar a agressão, já foi identificado. Uma mulher de 19 anos, apontada como a pessoa que teria gravado as imagens, também foi identificada e será investigada.
O delegado Adriel Alves, responsável pelo caso, confirmou que os dois serão investigados pela prática de maus-tratos contra animal silvestre, prevista na Lei de Crimes Ambientais.
“A pena prevista para esse crime é de três meses a um ano de detenção, além de multa”, explicou o delegado.
A investigação busca esclarecer toda a dinâmica do episódio e a participação de cada um dos envolvidos. O vídeo que repercutiu nas redes sociais é uma das provas analisadas pela Polícia Civil.
Nas imagens, o macaco-prego, que vive livre no Parque Ecológico de Maracajá, teria sido atraído antes de sofrer a agressão. A gravação provocou indignação e uma série de manifestações cobrando a identificação e responsabilização dos envolvidos.
Com a identificação dos suspeitos, a Polícia Civil dará continuidade aos procedimentos para a conclusão do inquérito. O caso é apurado como crime de maus-tratos a animal silvestre, previsto no artigo 32 da Lei nº 9.605/1998.
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