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Prainha do Farol volta a ficar imprópria para banho

Bastante frequentada por veranistas, volta a ficar imprópria para banho após mais de dois meses sem identificar irregularidade.

Foto: Divulgação

A Fundação do Meio Ambiente (Fatma) divulgou nesta sexta-feira (05), o primeiro relatório das condições das praias de 2018 e o quarto da temporada de verão. De acordo com as coletas feitas entre terça e sexta-feira, a região conta agora com dois pontos impróprios: a Prainha do Farol de Santa Marta e o ponto 8 da Praia do Porto, em Imbituba.

Em Laguna, o problema de poluição do local já é antigo e medidas estão sendo tomadas pelo Governo do Estado, em conjunto com a prefeitura de Laguna.

Durante a reunião no final do ano passado, foi discutido sobre a Estação de Tratamento de Esgoto experimental  instalado no container pela empresa Tempel, onde segue fazendo testes e analisando a situação da água despejada no mar. “Um compromisso do vice-governador Eduardo Moreira é garantir a viabilização do esgoto neste local ainda em 2018”, afirmou o prefeito Mauro Candemil no encontro com reapresentantes do Governo do Estado, na própria comunidade.

Dos 215 pontos avaliados em 114 praias, de 27 municípios do Estado, 60% estão próprios para banho. Pela primeira vez na temporada a Prainha entra na lista dos pontos impróprios. O ponto 8 da Praia do Porto já vinha com condições impróprias nos últimos três relatórios.

A chuva que caiu na última semana de 2017 foi a principal razão para o número do aumento de pontos impróprios para banho no litoral catarinense. “É uma situação pontual. Vínhamos de um período de seca e que recebeu uma grande quantidade de água das chuvas. Tudo o que estava acumulado foi parar no mar. Nos próximos dias, com a melhora do tempo, a tendência é que a situação melhore”, explica o gerente de Pesquisa e Análise da Qualidade Ambiental, Oscar João Vasquez Filho.

Na capital, dos 75 pontos avaliados, 35 estão próprios para banho. No restante do litoral, 94 dos locais analisados estão aptos para os banhistas. Em relação ao relatório passado, 41 pontos passaram a ser impróprios, e dois, próprios.

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