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Prefeito de Criciúma sobe o tom na Câmara: ‘Diálogo não é governar pelo berro’

Prefeito apresentou ações da gestão e pediu atenção da Câmara para projetos voltados à qualificação e reinserção no mercado de trabalho.

Reprodução

O prefeito Vagner Espíndola participou da primeira sessão do ano da Câmara de Vereadores de Criciúma nesta segunda-feira (2). No discurso, apresentou dados da gestão, falou sobre os desafios do município e chamou a atenção dos vereadores para dois projetos de lei que tramitam na Casa.

Ao falar sobre responsabilidade nas decisões e a necessidade de avançar em políticas públicas que impactem diretamente a vida das pessoas, o prefeito afirmou que “Diálogo não significa governar pelo berro”.

Depois, entrou em defesa da aprovação do Programa de Renda e Oportunidade Municipal para Ocupação, Valorização e Emprego (Promove) e do Programa de Ocupação, Qualificação e Inclusão Produtiva (Criciúma Recomeça).

O Promove prevê um auxílio mensal de até R$ 300, por seis meses, para famílias que estão na transição entre o Bolsa Família e o mercado de trabalho. Para receber, o beneficiado precisa estar empregado, morar em Criciúma e comprovar frequência em cursos de qualificação reconhecidos pelo município.

Já o Criciúma Recomeça, segundo explanado por ele, tem como foco a inclusão, qualificação profissional e reinserção no mercado de trabalho de pessoas em situação de rua, desempregados e mulheres vítimas de violência.

“Os projetos tratam sobre situações que as grandes cidades já estão fazendo. Não podemos ficar de braços cruzados, esperando as pessoas viverem eternamente do Bolsa Família. Em Criciúma temos 5 mil vagas de empregos e 4,5 mil pessoas no Bolsa Família. Não podemos ficar de braços cruzados enquanto pessoas estão sendo desintoxicadas e, por não terem uma qualificação, estão voltando para as ruas”, afirmou.

O prefeito explicou ainda que o Criciúma Recomeça estará ligado à futura Central do Recomeço, que será implantada no bairro Capão Bonito, funcionando como um espaço de atendimento integrado com assistência social, saúde, capacitação e encaminhamento ao trabalho.

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Caso a proposta seja aprovada, o município poderá contratar, por até 12 meses, pessoas em situação de rua para serviços de zeladoria urbana. A compra do terreno para a implantação da Central já foi autorizada pela Câmara em 2025.

“Será um local para os que forem contratados por este programa possam ter onde ficar. Os que estabeleceram vínculo familiar, vão para suas casas. Os de outras cidades, também vão para as suas cidades. E aqueles que não têm onde ficar vão para lá e vão continuar trabalhando. As pessoas trabalharão pela nossa cidade, na capina, na roçada e ressignificando sua vida por meio do trabalho”, completou.

Os dois projetos seguem em tramitação nas comissões antes de serem votados em plenário.

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