Segurança

Presos no caso da chacina podem ser soltos

Foto: Divulgação

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Com quase 800 páginas, o inquérito sobre a chacina de uma família de cinco pessoas, em Porto Alegre, em maio, e que mantém preso um policial da reserva de Tubarão, deve ser concluído na próxima terça-feira pela Polícia Civil gaúcha.

O advogado de defesa do policial, Edilson Garcia, que esteve ontem com o suspeito, disse que o seu cliente se manteve em silêncio. “Eu senti um direcionamento da delegada nas investigações. Tudo leva para o meu cliente. Eu não vejo isso. Não existe nenhuma prova pericial que indique que ele esteve no local ou que alguém mandado por ele  esteve”, criticou.

Segundo Garcia, as três pessoas presas na sexta-feira possivelmente serão liberadas após a conclusão do inquérito. Ele acredita que após a entrega do relatório da delegada será possível convencer a justiça da inocência. “Não há processo. Há investigação criminal e muitas coisas permanecem sem uma explicação razoável”, observou.

Com informações do Jornal Notisul

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