Segurança

Professor de capoeira é condenado a 10 anos por tráfico de drogas

Há cinco meses, ele foi preso após a Polícia Civil flagrar o homem com 66 quilos de cocaína.

Divulgação

Natural de Criciúma, o professor de capoeira, R.O.L, foi condenado a 10 anos de reclusão em regime inicialmente fechado. Ele foi flagrado em setembro do ano passado com 66 quilos de cocaína, no bairro Jardim Florença, em Nova Veneza. Os policiais civis abordaram o homem no momento em que ele portava dois quilos da droga, que seria entregue no bairro Santa Luzia, em Criciúma. “nego-lhe o direito de recorrer em liberdade, porque persistem os fundamentos que criaram a segregação preventiva, sobretudo, na necessidade de se garantir a ordem pública contra a reiteração de crime nocivo como o amplo tráfico de cocaína”, declara o juiz na sentença. Além disso, os bens apreendidos, que somam R$ 6,4 mil, serão revertidos para ao Fundo Nacional Antidrogas (Funad).

O coordenador da Divisão de Repressão a Entorpecentes da Divisão de Investigação Criminal (DRE/DIC) de Criciúma, delegado Jorge Giraldi conta que os agentes estão dando ênfase no combate ao tráfico de drogas e que recentemente foram feitas prisões a patrões da droga na região. “É uma sentença significativa. Eu atribuo isso a qualidade da investigação policial . Temos que ter muita cautela, sigilo, paciência e persistência quando o assunto é apreensão de drogas e prisão em flagrante. A Divisão de Investigação Criminal tem que se cercar de indícios fortes ao judiciário para que o acusado seja condenado”, explica.

Segundo ele, se ocorrer uma prisão com provas frágeis, com certeza não há condenação. “Além disso, os objetos e veículos apreendidos nessas operações podem ser vendidos e o dinheiro ser revertido a áreas da segurança pública de combate a criminalidade”, ressalta. De acordo com o delegado, o trabalho desenvolvido pela Polícia Civil está voltado para prisões de qualidade. “A gente precisa realizar prisões de qualidade e não apenas de quantidade”, conclui o coordenador da Divisão de Repressão a Entorpecentes da Divisão de Investigação Criminal (DRE/DIC) de Criciúma, Jorge Giraldi.

Com informações do site TNSul

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