Segurança

Professora de Lauro Müller foi assassinada

O acusado é um homem que foi preso preventivamente nesta quarta-feira (09) e, encaminhado para o Presídio Santa Augusta de Criciúma.

Foto: Arquivo pessoal/Facebook

A professora Débora de Oliveira Espíndola de 35 anos, encontrada morta na semana passada no distrito do Guatá, foi assassinada. Assim apontou a investigação da delegada de Polícia Civil de Lauro Müller, Juliana de Freitas Zappelini. O acusado é um homem que foi preso preventivamente nesta quarta-feira (09) e, encaminhado para o Presídio Santa Augusta de Criciúma.

O caso era tratado até então como suicídio. Conforme apontado no inquérito policial, a professora não morreu por enforcamento, mas sim pela ação de outra pessoa. A Polícia Civil não divulgou a identidade e se o homem era conhecido ou não da vítima.

Em nota à imprensa que, a delegada finalizou afirmando que “as investigações prosseguem no sentido de esclarecer o crime”.

Relembre o caso

Débora de Oliveira Espíndola de 35 anos foi encontrada morta em casa na manhã desta quarta-feira (02), no distrito do Guatá.

O filho de 18 anos estranhou a ausência da mãe que sempre estava acordada neste horário, quando foi até a residência e a se deparou com ela no chão, ao lado de uma mesa.

Débora era professora no Centro de Educação Infantil Irani Vargas, no Bairro Cairú. Pelas redes sociais, amigos e familiares se despediam da professora.

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