Educação

Projeto Mãos Limpas amplia conhecimentos técnicos e incentiva a empatia no Colégio Satc

Turmas do técnico em Química farão a venda de álcool em gel na instituição sem que haja alguém cobrando pelos produtos, estimulando a saúde coletiva e atitudes éticas

Divulgação

O incentivo à atitudes positivas faz parte dos pilares que movem o Colégio Satc. Seguindo nessa direção, as turmas da 4ª fase do curso técnico em Química desenvolveram com a professora Alessandra Vieira o projeto Mãos Limpas. A iniciativa une os conhecimentos técnicos adquiridos em sala de aula e incentiva a empatia na instituição.

Isso porque, os alunos produziram álcool em gel em atividades práticas e agora serão vendidos nas entradas principais do colégio. O mais curioso é que ninguém ficará no estande para fazer a cobrança dos produtos, as pessoas pegarão os francos e deixarão o valor dos mesmos em uma caixinha deixada no local.

“O intuído do projeto é aliar os conhecimentos que adquirimos ao longo do curso, e também com os cuidados com a pandemia e a ética das pessoas”, relatou a aluna, Caroline Martins.

A iniciativa marca o retorno dos alunos aos laboratórios das atividades práticas. “Esse projeto retoma uma atividade que realizamos com os alunos em fevereiro de 2020, quando iniciaram os grandes casos de Covid-19 pelo mundo. Por conta da paralização das aulas, essa prática não pôde ter seguimento e agora com a volta das nossas aulas em laboratório os alunos começaram a produzir álcool em gel novamente”, frisou a professor de química, Alessandra Vieira.

As vendas serão anunciadas pelos próprios alunos, que irão nas salas da instituição explicando e conscientizando as pessoas de como irá funcionar a barraquinha de álcool em gel.

Mãos Limpas e a empatia

Se cada pessoa se preocupar com a sua higiene das mãos, estará cuidando da própria saúde e de quem estiver a sua volta. Esse cuidado faz parte das atitudes coletivas das pessoas e que estão ganhando evidência no projeto, unindo saúde e ética.

“Por isso o nome Mãos Limpas, pois não é só a parte da higiene, é uma questão moral de você pegar um produto e pagar por ele sem que alguém esteja ali no local fazendo a cobrança”, destacou o alunos, Gabriel Rampinelis.

Após a venda dos primeiros produtos, a arrecadação será voltada para a compra de mais materiais para a produção de álcool em gel. “Queremos dar continuidade a esse projeto e por isso contamos com a atitude das pessoas que pegarem os francos, pagarem por eles”, enfatizou a aluna, Júlia Nascimento.

Conhecimentos alinhados com o mercado de trabalho

Para que os produtos chegassem no resultado ideal e dentro das normativas, os alunos focaram no trabalho e na pesquisa. As turmas realizaram toda a parte de contas, fizeram avaliação de custo como se estivessem atuando na indústria, no mercado de trabalho.

“Os alunos tiveram todos os cuidados para a produção do álcool em gel, pois como é álcool 70% esse produto precisa quebrar o DNA do vírus para que ele não se propague. Então, as turmas pegaram os materiais, pesaram, mediram, testaram e tiveram um cuidado rigoroso com os produtos conforme as regras da ANVISA”, informou Alessandra.

Para a coordenadora do curso, Jaqueline Macarini, a iniciativa busca incentivar os alunos a colocaram em prática os conhecimentos adquiridos ao longo do curso. “Sempre realizamos projetos com as turmas de 4ª fase por conta do maior domínio deles, visto que, estão quase se formando. Eles já possuem habilidades de pegar uma formulação e chegar em um produto final com um controle de qualidade. É um orgulho vermos esse projeto andando e ver que o produto final foi produzido por eles”, evidenciou.

Notícias Relacionadas

Engenheiro da Famor esclarece aos vereadores de Orleans sobre trabalhos realizados

Na Ordem do Dia, foram aprovados Projeto de Lei Complementar, Moção de Apoio, Requerimento e Indicação.

Um projeto de lei e seis proposições pautam sessão do Legislativo de Lauro Müller

Atletas de Muay Thai, Karatê e Jiu Jitsu de Criciúma conquistam pódio em competições

Disputas foram no Rio de Janeiro e em Videira

“Ela era o tesouro da vida dele”, diz tia de policial morto pela filha em SC

Neife Werlang, de 46 anos, foi morto na sexta-feira (18) em São Miguel do Oeste; duas suspeitas estão apreendidas em Chapecó