Segurança

R$ 100 mil de prejuízo: funcionárias são alvo de operação por desvio de produtos e dinheiro, em Criciúma

Uma das investigadas ocupava cargo de gerente e esquema vem ocorrendo há cerca de um ano, segundo a Polícia Civil.

Foto: Divulgação

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira, dia 22, a Operação Famulato para apurar um esquema de desvio de produtos e dinheiro cometido por funcionárias de uma loja localizada em um shopping de Criciúma. Segundo as investigações, o prejuízo é estimado em aproximadamente R$ 100 mil.

A ação foi conduzida por policiais da 1ª Delegacia de Polícia de Criciúma, que cumpriram três mandados judiciais de busca e apreensão nas residências de três funcionárias suspeitas de praticar os desvios. Entre elas, está uma mulher que exercia a função de gerente da loja. De acordo com a investigação, além de subtrair produtos, a gerente também desviava valores em dinheiro do caixa ao cancelar compras que haviam sido pagas em espécie, ficando com o valor posteriormente.

O esquema foi identificado a partir da análise de imagens de câmeras de segurança e da conferência do estoque, do caixa e da conta bancária da empresa vítima. Somente no período entre 15 de dezembro e 10 de janeiro de 2026, conforme levantamento realizado pela Polícia Civil com apoio da empresa, as três funcionárias teriam subtraído cerca de R$ 10 mil entre produtos e dinheiro.

No entanto, uma auditoria preliminar aponta que os desvios vinham ocorrendo há aproximadamente um ano, o que eleva o prejuízo estimado para cerca de R$ 100 mil. Durante o cumprimento dos mandados, diversos produtos foram recuperados e apreendidos. As investigadas deverão ser demitidas por justa causa, conforme informado pela empresa vítima.

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Segundo a Polícia Civil, o crime investigado é o chamado famulato, que consiste no furto praticado por funcionário da iniciativa privada mediante abuso de confiança. A pena prevista para o crime de furto qualificado varia de dois a oito anos de reclusão. Após a conclusão das investigações, o inquérito será encaminhado ao Ministério Público para as providências cabíveis.

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