Geral

Representante do povo Xokleng visita o Museu ao Ar Livre

Ele ainda esteve na Casa de Pedra, onde está disponível a exposição dos “Povos Indígenas”

Foto: Divulgação

O professor e representante do povo Laklãnõ Xokleng, Micael Vaipon Weitscha, da Aldeia Bugio, localizada no município catarinense de José Boiteux, visitou o Museu ao Ar Livre Princesa Isabel, na sexta-feira (02/08). Ele ainda esteve na Casa de Pedra, onde está disponível a exposição dos “Povos Indígenas”, conhecendo o registro do seu povo na região.

Micael, que tem graduação pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em Licenciatura Intercultural, está cursando o mestrado em Linguística na Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde fica o Museu Nacional. Ele relata que ficou sabendo sobre uma família do povo Xokleng que viveu na região a cerca de dois anos, por meio da antropóloga Vanessa Lopes, de Urussanga, que esteve em José Boiteux.

Depois o jornalista e artista de Daniel Librelato, de Orleans, contou a mesma historia sobre a família indigena, e que o Museu ao Ar Livre estaria com a Exposição sobre os Xoklengs e do acervo sobre a colonização europeia. “Surgiu a oportunidade de vir conhecer a história da região. Muita gratidão pela recepção da equipe de museólogos. A partilha dos conhecimentos foi importante, de ambas as partes”, comentou.

Ele se colocou à disposição para ampliar as histórias dos povos indígenas Laklãnõ Xokleng na Instituição, trazendo um grupo para apresentação de dança e canto. “Podemos divulgar junto, mostrando a importância da existência da cultura indígena e da colonização europeia.

Povo Indígenas

A exposição “Povos Indígenas: registros dos povos Xoklengs em Orleans e região sul catarinense” é resultado do projeto contemplado pela Fundação Educacional Barriga Verde (Febave), por meio de sua mantida, o Museu ao Ar Livre Princesa Isabel, e desenvolvida pelos seus colaboradores. A proposta foi selecionada pelo Edital da Lei Paulo Gustavo (LPG) D+ SC/2023 e está sendo executada com recursos do Governo Federal e Lei Paulo Gustavo de Emergência Cultural, por meio da Fundação Catarinense de Cultura (FCC).

Notícias Relacionadas

Alisson pede desculpas após declarar desconhecimento sobre sequência do Catarinense

Goleiro se manifestou nas redes sociais depois de entrevista em Chapecó e explicou confusão sobre a disputa da Taça Acesc e a vaga na Copa do Brasil

Criciúma consegue antecipação na tabela e joga quinta-feira contra o Concórdia

Criciúma empata sem gols na Arena Condá e é eliminado do Catarinense

Derrota por 2 a 1 no jogo de ida fez com que o Tigre precisasse da vitória em Chapecó; Chapecoense jogava pelo empate.

Criciúma joga com frase inédita na camisa: “Garra e Coração”

Espaço frontal da camisa, que estava sem patrocínio master, passa a exibir a marca do projeto que conta a história do clube.