O caso ocorreu em Florianópolis e foi registrado pela Polícia Civil como tentativa de homicídio.
Divulgação: Jornal Razão
Uma idosa de 83 anos foi brutalmente agredida pelo próprio filho na noite de domingo (23) dentro do apartamento onde mora, no bairro Balneário, em Florianópolis. O caso foi registrado pela Polícia Civil como tentativa de homicídio.
Segundo o boletim de ocorrência, a vítima relatou que o filho, Rodrigo Vargas, de 49 anos, natural de Florianópolis (SC), passou o dia saindo e retornando ao apartamento após supostamente comprar alimentos e bebidas alcoólicas. Os dois assistiam televisão juntos quando começou a partida do Criciúma. Após a derrota do time, e sob efeito de álcool, Rodrigo teria ficado extremamente agressivo.
A idosa contou que, a pedido do filho, foi para o quarto, mas pouco depois ele entrou no cômodo e iniciou as agressões. O boletim descreve que ela recebeu mais de 20 socos no rosto e na cabeça, teve puxões de cabelo tão fortes que arrancaram tufos e ainda teve a boca tampada pelo agressor para impedir que gritasse. As agressões só cessaram quando ele saiu do quarto momentaneamente, permitindo que ela trancasse a porta.
Com o filho tentando forçar a entrada novamente, ela conseguiu pegar o celular e enviar uma mensagem pedindo socorro à nora, que foi ao local e acionou os serviços de emergência.
Quando a Polícia Militar chegou ao apartamento, encontrou Rodrigo dormindo em seu quarto, em aparente estado de alteração psicomotora. A vítima já havia sido socorrida e estava internada no Hospital de Caridade, onde passou por exames. Segundo a equipe médica, além das lesões visíveis no rosto, ela apresentava fratura em uma das costelas, consequência da violência sofrida.
Após ouvir a vítima no hospital e constatar a gravidade das agressões, os policiais deram voz de prisão a Rodrigo Vargas e o conduziram à Central de Plantão Policial. No registro, os atendentes destacam que o suspeito não conseguiu prestar depoimento de forma coerente, utilizando palavras desconexas.
A idosa permanece em observação médica, e o caso seguirá para investigação pela Delegacia de Proteção ao Idoso e demais órgãos competentes.
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Por: Jornal Razão