Geral

Risco de queda de barranco deixa moradores apreensivos, em Criciúma

Foto: Mariana Noronha/Clicatribuna

Foto: Mariana Noronha/Clicatribuna

Um barranco próximo ao condomínio Moradas da Colina, localizado na Rodovia Sebastião Toledo dos Santos, no Bairro Maria Céu, em Criciúma, preocupa moradores da localidade. O local está cedendo e junto com ele uma casa (interditada) que abrigava equipamentos de jardinagem. Ela era utilizada por condôminos do edifício ao lado, onde residem 16 famílias.

De acordo com reportagem do site Clicatribuna, o local pertence a um empresário e, segundo a síndica do condomínio, Sandra Regina Corrêa, foi vendido por uma construtora. No entanto, ninguém assume a responsabilidade. A preocupação maior é que, com a chuva deste final de semana, possa haver desabamento. Embaixo do barranco há dois barracões, em um funciona uma oficina de automóveis e outro está vazio, com uma placa para aluguel.

Conforme o proprietário da oficina, Alexandre Souza, há mais de sete anos o barranco está escavado e somente há poucos dias houve o desabamento. “São pouco mais de três metros de pedra e depois há o aterro. Neste pedaço não tem mais perigo de cair, pois é pedra mesmo. Só lá em cima, no aterro, é que pode desabar mais um pouco até a área ficar plana”, aponta.

Responsável ainda não se prontificou

De acordo com a coordenadora da Defesa Civil, Ângela Mello, seria responsabilidade do proprietário deste local realizar uma manutenção da área de risco. “Nós fomos até o local e orientamos tanto à síndica do condomínio, quanto os proprietários dos terrenos na encosta do barranco. No condomínio pedimos para que a área fosse isolada e todo material de peso fosse retirado”.

O proprietário da oficina ficou responsável de realizar uma cortina de concreto e limpeza para a sondagem. Já o proprietário do pavilhão, que fica ao lado da casinha que está cedendo, foi aconselhado a fazer um muro de contenção e recuperar a estrutura que está caindo.

No entanto, conforme a síndica do condomínio, há mais de dez dias não há respostas se os reparos serão feitos. “Não sabem se aquilo é responsabilidade do dono do terreno ou da construtora. Precisamos de uma atitude urgente, se não essa parte irá desabar a qualquer hora”.

De acordo com Ângela, com todo o acúmulo de chuva, o risco de desabamento da casinha de jardinagem aumenta. “O prédio ainda está em uma distância boa, não sei como foi construído para dizer que não tem risco, mas pela distância dá pra observar que ainda está seguro. No entanto, aquela casinha, se nenhum reparo for realizado, a qualquer momento ela pode cair”, aponta.

Notícias Relacionadas

Projeto Jovem Condutor forma 30 jovens em Orleans

Iniciativa da Prefeitura em parceria com a Polícia Militar de Santa Catarina capacita adolescentes para o uso seguro e responsável de bicicletas elétricas, patinetes e demais veículos autopropelidos.

Com bancos, consórcios e construtoras, CasaPronta facilita negociações durante a feira

Evento reúne 200 expositores e permite que visitantes conheçam produtos, façam orçamentos e busquem alternativas de financiamento em um único local

Nova tarifa da Coopercocal reflete cenário de custos maiores no setor elétrico

Reajuste homologado pela ANEEL passa a ser percebido nas próximas faturas e ocorre em meio a aumentos registrados em diferentes distribuidoras do país.

Semana da Criança promove integração e experiências educativas no Colégio SATC Turvo

Atividades lúdicas, esportivas e culturais envolveram estudantes do Ensino Fundamental ao Ensino Médio.