Saúde

Santa Catarina segue sem casos de Mpox e Saúde Estadual reforça orientações

Foto: Freepik

Este ano, o Estado não registrou caso de Mpox em Santa Catarina. No entanto, a Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE), mantém a vigilância ativa e coordenada para possíveis casos da doença em todo o território catarinense.

A Mpox faz parte da Lista Nacional de Notificação Compulsória. Todos os casos suspeitos devem ser notificados imediatamente para a devida investigação e rastreamento de contatos, garantindo a rápida interrupção de possíveis cadeias de transmissão.

Existe uma vigilância estabelecida e um Plano de Contingência para a Mpox no Estado. Assim, a doença segue em monitoramento para possíveis casos importados e mudança no perfil da doença.

Transmissão

A Mpox é transmitida principalmente por meio de contato próximo com lesões cutâneas, fluidos corporais ou materiais contaminados, como roupas e lençóis. Pode ocorrer transmissão entre pessoas, especialmente por meio de contato físico prolongado ou por gotículas respiratórias, embora essa última via seja menos comum. A transmissão do vírus cessa após o desaparecimento das crostas das lesões.

Sintomas

O período de incubação é em média de 6 a 13 dias, mas pode variar de 5 a 21 dias. Os sintomas mais comuns incluem febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, baixa energia e gânglios linfáticos inchados, seguidos ou acompanhados pelo desenvolvimento de erupção cutânea. As erupções na pele começam no rosto e se espalham para outras partes do corpo, incluindo mãos, pés, genitais e áreas mucosas.

As pessoas devem permanecer atentas aos sintomas da doença, e na presença destes buscar um serviço de saúde para atendimento e orientações.

Orientações à população

A principal forma de prevenção é a adoção de medidas de cuidado no dia a dia. A SES reforça as seguintes orientações:

1. Sinais de Alerta: Em caso de início súbito de lesão em mucosas e/ou erupção cutânea aguda (bolhas, pústulas) em qualquer parte do corpo, que pode estar associada a outros sintomas como febre, cansaço e gânglios linfáticos inchados, procure imediatamente uma unidade de saúde.

2. Prevenção é a chave: Evite contato físico íntimo ou próximo com pessoas que apresentem lesões de pele ou mucosas suspeitas.

3. Higiene: Reforce a higiene das mãos com água e sabão e/ou álcool em gel.

4. Isolamento: Pessoas com suspeita ou confirmação de mpox devem se isolar e seguir rigorosamente as orientações médicas para evitar a transmissão do vírus.

Para receber em tempo real as principais notícias que impactam a nossa região,
entre no grupo de WhatsApp do Sul in Foco clicando aqui

Notícias Relacionadas

UFSC identifica mosquito transmissor da febre amarela silvestre pela primeira vez em SC

Entre os anos de 2019 e 2021, Santa Catarina teve 27 casos de febre amarela e oito mortes.

Santa Catarina reforça orientações sobre Mpox e diz que cenário segue sob controle

Estado não confirma casos até 21 de fevereiro, registra queda de notificações e orienta população a ficar atenta a sintomas e medidas de prevenção.

SES vai investigar casos de adolescentes que receberam vacina sem autorização

Segundo a SES, o recomendado é que os municípios, caso tenham utilizado vacina sem autorização, registrem como caso adverso por erro administrativo.

SC Transplantes realiza capacitação para dar pontapé à operação do Banco de Olhos de Criciúma