Saúde

Secretaria de Estado da Saúde reforça cuidados com a dengue e vírus respiratórios durante a folia

A aglomeração de pessoas facilita a transmissão de diversas doenças, especialmente respiratórias.

Foto – Divulgação

O Carnaval é um dos eventos mais esperados do ano, reunindo milhares de foliões em festas e blocos por Santa Catarina. Mas, a aglomeração de pessoas facilita a transmissão de diversas doenças, especialmente as respiratórias e também a dengue, que representa um grande risco nesta época do ano. Por isso, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) reforça a todos para zelar pela sua saúde e dos outros, fazendo parte do Bloco de quem se cuida e curte sem medo!

Durante as festividades, a proximidade entre as pessoas, o compartilhamento de objetos e a exposição prolongada a ambientes pouco ventilados aumentam significativamente o risco de infecção por vírus respiratórios. Além disso, a baixa adesão ao uso de máscaras e a falta de higiene adequada das mãos favorecem ainda mais a disseminação dessas doenças.

Com o surgimento de novas variantes do coronavírus, é importante também estar atento à COVID-19. A gripe e o resfriado comum também podem comprometer a saúde dos foliões e prejudicar o aproveitamento da festa.

“Além das doenças respiratórias, a dengue é um problema grave no período do Carnaval, principalmente em regiões quentes e úmidas. A alta circulação de pessoas e o acúmulo de lixo e água parada aumentam a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença” destaca João Augusto Fuck, diretor da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE).

Prevenção no carnaval

Desde o começo do ano, Santa Catarina registrou 883 casos confirmados de dengue e 6.202 casos prováveis. Para se proteger da doença é preciso ter certas atitudes como não jogar lixo nas ruas e eliminar recipientes que possam acumular água. Aplicar repelente regularmente ajuda a afastar o mosquito, além de usar roupas de manga longa em locais com alta incidência de casos.

A vacinação contra a gripe e a COVID-19 é uma das principais formas de proteção contra essas doenças. Manter o esquema vacinal atualizado reduz o risco de complicações e de transmissão dos vírus, garantindo uma folia mais segura para todos.

Neste ano, o estado registrou 2.338 casos confirmados e 14 óbitos por COVID-19. Devido ao fácil contágio, se a pessoa apresentar sintomas gripais, o ideal é evitar sair de casa para proteger os outros foliões. “Também é importante higienizar as mãos, usar máscara, evitar compartilhar objetos e sempre se manter hidratado e bem alimentado”, orienta João Fuck.

A diversão do Carnaval não precisa ser comprometida por problemas de saúde. Com medidas simples de prevenção e cuidados básicos, é possível aproveitar a festa sem colocar a própria saúde e a dos outros em risco. Além disso, combater a proliferação do mosquito da dengue é essencial para evitar uma epidemia durante e após o período festivo. Se cada um fizer sua parte, a folia pode ser animada e segura para todos.

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