Estelionatária, de 40 anos, foi detida após apresentar comprovante adulterado de pagamento; polícia identificou diversos registros anteriores.
Foto: Divulgação
Uma mulher de 40 anos foi presa em flagrante suspeita de estelionato após tentar aplicar um golpe em uma clínica de estética, em Araranguá, no bairro Coloninha. A ocorrência foi atendida pela Polícia Militar e encaminhada à Polícia Civil durante o plantão policial nesta terça-feira, dia 4.
Ela tentou efetuar uma compra de aproximadamente R$ 12 mil, referente a realização de procedimentos no valor de R$ 3,6 mil mais aquisição de produtos. Desconfiada, a proprietária pediu para que primeiramente ela efetuasse o pagamento dos serviços prestados. Conforme informações registradas no Boletim de Ocorrência, a suspeita teria realizado procedimentos estéticos e, ao ser solicitada para efetuar o pagamento, enviou inicialmente um Pix parcial de R$ 100 e outro de R$ 500, realizado por terceira pessoa.
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Na sequência, ao tentar simular o pagamento de R$ 3 mil, ela teria solicitado um link de pagamento e apresentado à vítima um comprovante com parte das informações ocultadas, indicando que a transação estaria concluída. Desconfiada da autenticidade do comprovante, a proprietária do estabelecimento solicitou que a suspeita aguardasse no local. Diante do impasse sobre o pagamento, a Polícia Militar foi acionada e conduziu a mulher até a Delegacia de Polícia Civil de Araranguá para os procedimentos cabíveis.
Durante verificação, a Polícia Civil constatou a existência de pelo menos 20 Boletins de Ocorrência registrados contra ela, sendo ao menos seis relacionados ao crime de estelionato. Segundo a polícia, parte desses registros apresenta características semelhantes, envolvendo entrada em estabelecimentos comerciais, realização de compras e apresentação de comprovantes de pagamento supostamente falsos.
Diante dos fatos, a mulher foi presa em flagrante pelo crime de estelionato e encaminhada para audiência de custódia. Na audiência, o auto de prisão em flagrante foi homologado e a suspeita permaneceu à disposição do Poder Judiciário, podendo deixar o sistema prisional mediante pagamento de fiança.
Após a repercussão do caso nas redes sociais, outras pessoas relataram situações semelhantes envolvendo golpes com comprovantes falsos de pagamento:
“A justiça tarda, mas não falha! Passei por isso com ela ano passado, inclusive tivemos audiência onde a mesma não compareceu porque alegou estar em tratamento de câncer”.
“Aconteceu parecido no meu estabelecimento, mas percebi a tempo e não saí no prejuízo. Comprovante falso de Pix e pagamento de link de cartão, da mesma pessoa”.
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