Segurança

Suspeito de matar a esposa e tentar suicídio tem prisão decretada em Imbituba

Ele está internado em Criciúma e passou por uma cirurgia para se recuperar de um corte profundo no pescoço.

Foto: Divulgação

Os suspeito de matar a esposa Elza Martins e tentar suicídio, na madrugada de domingo, em Imbituba, teve a prisão decretada ontem, final da tarde, e vai responder por feminicídio. Ele está internado em um hospital de Criciúma e passou por uma cirurgia para se recuperar de um corte profundo no pescoço.

Na madrugada de domingo, os Bombeiros foram acionados para prestar socorro em uma residência no bairro Vila Nova e encontrou o casal sobre a cama com ferimentos provocados por arma branca (faca). 

A mulher já estava sem os sinais vitais. Já o homem apresentava um profundo ferimento na região do pescoço e foi encaminhado ao Hospital São Camilo em estado grave. E na segunda-feira foi transferido para Criciúma.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Juliano Baesso, o homem, mesmo com um corte profundo na garganta, chegou a chamar um vizinho, que presenciou a cena no quarto do casal e confirmou o assassinato e a tentativa de suicídio.

Técnicos do Instituto Geral de Perícias – IGP, que periciaram o local, encontraram a faca de aproximadamente 25 centímetros com a lâmina suja de sangue.

Outra constatação das investigações iniciais é que a vítima tinha algumas lesões nos antebraços e costas das mãos, fatos compatíveis com lesões defensivas. O próximo passo das investigações é ouvir o depoimento de familiares, um deles, a filha do casal.

Segundo a polícia, o casal tinha histórico de depressão desde a perda do filho, assassinado em Palhoça. “Eles eram casados há muitos anos, mas nos últimos tempos o relacionamento foi marcado por idas e vindas. O que apuramos até o momento é que a relação foi bastante abalada depois que o casal perdeu um filho, a cerca de nove anos. O casal apresentava quadro de depressão e tomava medicamentos”, disse o delegado plantonista, Bruno Fernandes, ainda no domingo, após a oitiva da primeira testemunha.

O casal não tinha registros de violência doméstica. Além disso, vizinhos relataram também não ter conhecimento de brigas entre os dois.

Com informações do Portal Notisul

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