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Tigre: Busca pela liberação de público no estádio

A intenção é ter 30% da capacidade dos estádios liberada para receber os torcedores.

Divulgação

O presidente da Federação Catarinense de Futebol (FCF), Rubens Angelotti, se reunirá, na próxima segunda-feira, dia 11, com o governador Carlos Moisés para buscar a liberação de público nos estádios já desde a primeira rodada do Campeonato Catarinense, que está agendada para 24 de fevereiro. A intenção é ter 30% da capacidade dos estádios liberada para receber os torcedores. “Caso se consiga a liberação, poderemos ter praticamente seis mil torcedores no estádio Heriberto Hülse, porque a capacidade total é de quase 20 mil torcedores”, pondera o presidente do Tigre, Anselmo Freitas.

Anselmo pondera que a liberação de público está acontecendo em quase todos os setores, apenas o futebol que ainda está prejudicado. “Até 24 de fevereiro, acredito que teremos a liberação, pois a pandemia deve estar amenizada. Vários eventos já têm liberação, apenas o futebol que não. Não vejo problema em ter seis mil pessoas em um estádio grande e com capacidade para 20 mil. Claro que os clubes terão que seguir todo um protocolo e as regras estabelecidas pelo governo”, ressalta Freitas.

Objetivo é contratar um Diretor Executivo

A tarde de ontem foi movimentada para a diretoria do Criciúma. Ao menos, duas reuniões aconteceram entre Freitas e o diretor de futebol, Waldeci Rampinelli, e o gerente Giuliano Bitencourt, recém-contratado. Entre os diversos assuntos tratados está a busca por um diretor executivo de futebol, que será subordinado a Rampinelli e fará a gestão do departamento. O nome, entretanto, ainda não foi definido. “Até porque os candidatos a esse cargo ainda estão disputando os Brasileiros das Séries A, B e C. Os campeonatos estão em andamento até final de janeiro ou inicio de fevereiro. Provavelmente, teremos que esperar um pouco mais para divulgar o nome deste profissional”, comenta Anselmo.

A definição do novo técnico do Criciúma e os jogadores que farão parte do elenco só acontecerá após a contratação do diretor executivo. “A partir do momento que for escolhido, ele vai querer começar a trabalhar para definir comissão técnica e indicar alguns atletas. A gente está correndo contra o tempo. O Criciúma é um dos únicos times que não tem equipe formada e jogando. Os próprios Próspera e Hercílio Luz jogaram até há pouco. Eles têm times formados. O Figueirense, Avaí e Chapecoense ainda estão atuando. Então, nós teremos que fazer isso em ‘toque de caixa’, apesar de que existem os campeonatos correndo ao mesmo tempo. Essa é a nossa principal dificuldade, mas estamos trabalhando bastante”, ressalta o presidente.

A diretoria do Criciúma tem uma lista de prováveis técnicos que serão apresentados ao diretor executivo. “Ele deve trazer alguns nomes também, junto com nomes de preparadores físicos e atletas. Como estamos optando por um Executivo que está na ativa, trabalhando, ele conhecerá diversos atletas que podem disputar o Catarinense e depois a Série C”, destaca Freitas. “A partir do momento que assumimos o clube, vem ofertas de todos os lugares do país e do mundo. Então, a gente anota para depois apresentar ao Executivo de Futebol”, complementa.

Com informações do site TNSul

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