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Tigre fica no empate sem gols na retomada do Catarinense

Em caso de novo empate, o jogo vai para os pênaltis. Quem vencer segue às semifinais contra Chapecoense ou Avaí.

Divulgação

Ficou tudo para a segunda partida. Na volta do Campeonato Catarinense, após quase quatro meses sem partidas, o Tigre não conseguiu superar o Marcílio Dias e ficou no 0 a 0 no primeiro jogo das quartas de final. Assim, a decisão será no domingo, a partir das 11 horas, no estádio Hercílio Luz, em Itajaí. Em caso de novo empate, o jogo vai para os pênaltis. Quem vencer segue às semifinais contra Chapecoense ou Avaí.

O confronto teve um baixo nível técnico, mas foi muito disputado, com uma leve superioridade do Marinheiro na etapa inicial e do Criciúma no segundo tempo. Algumas chances de gols chegaram a aparecer. Os goleiros chamaram a atenção pelas falhas bisonhas: tanto Agenor, quanto Júnior Belliato proporcionaram chances aos adversários com erros primários. Roberto Pítio chegou a marcar um gol, logo aos três minutos da etapa inicial, mas foi anulado pelo árbitro, que viu toque de mão. Na segunda etapa, Carlos César acertou a trave, em cobrança de falta, mas a bola teimou em não entrar. O técnico Roberto Cavalo, agora, terá pouco tempo e bastante trabalho para que o Tigre garanta a vaga nas semifinais do Estadual.

Com todos os cuidados exigidos pelos protocolos de saúde e em uma situação totalmente diferente do habitual, era possível ouvir todos os sons emitidos pelos jogadores: reclamações, incentivos e protestos. O jogo começou em alta velocidade, com as duas equipes buscando o ataque e com muita vontade. Retrato também dos quase quatro meses sem que os jogadores atuassem. Porém, passados os primeiros minutos, os times desaceleraram e o jogo ficou mais lento. Aos três minutos, essa falta de ritmo ficou clara em um lance bizarro de Agenor. Rodrigo Milanez dominou a bola e recuou para o camisa 1 do Criciúma. Então, o goleiro dominou a bola e, ao repor, acertou Roberto Pítio, que abriu o placar. Porém, o árbitro Diego Cidral viu um toque de mão do centroavante do Marcílio Dias e livrou o vexame do goleiro carvoeiro.

O Criciúma tinha dificuldade em criar lances de perigo no ataque. Aos nove minutos, Carlos César, Jean Dias e Foguinho fizeram boa troca de passes, mas o volante caiu na área e o juiz nada marcou. Aos 11 minutos, após um lançamento para o ataque do Marcílio, Agenor deixou a área e falhou ao dar o famoso balão. A bola espirrou e saiu pela lateral. Ficava claro a falta de ritmo de jogo para os jogadores. O meia atacante Jean Dias era bastante acionado, principalmente pela direita, e tentava as jogadas ofensivas do Criciúma. O Marinheiro tinha mais posse de bola. Aos 17 minutos, Diego Silva finalizou pela linha de fundo. Aos 19 minutos, foi a vez de Júnior Belliato fazer a lambança: ele foi repor a bola em jogo, acertou o companheiro Rodrigo e Carlos César pegou o rebote, mas o camisa 1 do Marcílio Dias se redimiu e fez a defesa. A falta de ritmo de jogo era evidente.

Aos 22 minutos, Roberto Pítio pegou a sobra, cortou Vitão, já dentro da área e bateu forte, mas a bola desviou em Rodrigo Milanez e saiu para escanteio. Outro lance de perigo para o Marinheiro. Aos 27 minutos, Agenor recebeu o recuo de Kaike, demorou para tomar a decisão do que fazer com a bola e foi obrigado a ceder o escanteio, após ser pressionado por Nathan Ferreira.

Aos 32 minutos, Anderson Ligeiro recebeu a bola pela esquerda, ele cortou Victor Guilherme e bateu forte, mas a bola subiu e saiu pela linha de fundo. O time de Itajaí era ligeiramente melhor em campo. Aos 34 minutos, a melhor chance do Tigre na primeira etapa: Carlos César fez um belo lançamento, nas costas do zagueiro Magrão, para Jean Dias que entrou na frente de Beliatto e tentou encobrir o camisa 1 do Marcílio, que fez grande defesa. O encerramento da primeira etapa teve um domínio maior do Marcílio Dias, mas sem conseguir abrir o placar.

Com informações do site TNSul

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