Motorista foi preso preventivamente no Pará meses após o atropelamento; processo estava sob segredo de Justiça e prisão só foi confirmada posteriormente.
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Um ano de saudade, dor e uma ausência que permanece diariamente. No dia 29 de setembro, a família de Éder Luiz Brol Filho relembrou um ano da morte do adolescente, que tinha apenas 13 anos quando foi atropelado na SC-446, em Treviso. Nas redes sociais, o pai fez uma publicação emocionada sobre a falta do filho e a dor enfrentada pela família desde a tragédia.
Em meio às homenagens pela passagem da data, a família também vive um novo capítulo na busca por Justiça. O motorista apontado como responsável pelo atropelamento está preso preventivamente no Pará. A prisão foi confirmada pelo Ministério Público de Santa Catarina.
O homem, de 26 anos, foi preso meses atrás. A informação, porém, não havia se tornado pública porque o processo tramitava sob segredo de Justiça. Com a confirmação da prisão, a família tomou conhecimento de que o motorista havia sido localizado fora de Santa Catarina.
A prisão preventiva foi decretada pela Justiça após denúncia apresentada pelo Ministério Público de Santa Catarina. Segundo o advogado da família, Leandro Alfredo da Rosa, o motorista chegou a apresentar defesa no processo, mas posteriormente não havia mais sido localizado.
O caso teve diferentes desdobramentos desde o atropelamento. Inicialmente, houve estipulação de fiança. Posteriormente, a defesa conseguiu uma liminar e o homem deixou a prisão sem efetuar o pagamento do valor estabelecido.
Com a dificuldade para localizá-lo, a ação chegou a ficar suspensa. A prisão preventiva e a localização do motorista no Pará permitiram que o processo voltasse a tramitar.
Agora, o homem permanece preso e aguarda a designação de uma audiência. O processo seguirá na Justiça para apurar as responsabilidades pelo atropelamento que terminou com a morte de Éder.
Éder Luiz Brol Filho tinha apenas 13 anos quando perdeu a vida na SC-446, em Treviso, em setembro de 2025. Um ano depois, a família segue convivendo com a saudade enquanto acompanha os novos desdobramentos judiciais do caso.