Pasta desmente notícias falsas e destaca que imunização reduz casos graves, internações e mortes.
Imagem: Istock
O Ministério da Saúde voltou a alertar sobre a circulação de informações falsas nas redes sociais envolvendo a vacina contra a gripe. Segundo a pasta, é incorreta a afirmação de que o imunizante aumenta o risco de contrair a doença.
Em nota, o ministério reforçou que a vacina produzida pelo Instituto Butantan tem eficácia comprovada, especialmente na prevenção de casos graves, hospitalizações e mortes, principalmente entre grupos mais vulneráveis, como idosos e crianças pequenas.
“Publicações afirmam, sem qualquer base científica, que o imunizante aumentaria o risco de contrair a própria gripe. A informação é falsa”, rebateu o ministério em nota.
Disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde, a vacina aplicada é do tipo trivalente, desenvolvida para proteger contra as principais cepas do vírus influenza em circulação. O imunizante segue recomendações internacionais da Organização Mundial da Saúde e da Food and Drug Administration.
O ministério esclarece ainda que a vacina é produzida com vírus inativados, ou seja, não tem capacidade de provocar a doença. Sintomas semelhantes aos da gripe após a vacinação podem ocorrer devido à infecção por outros vírus respiratórios, comuns no outono e inverno, como o VSR e o rinovírus.
A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza segue até 30 de maio em grande parte do país, com foco em grupos prioritários, como gestantes, profissionais da saúde, professores e pessoas com comorbidades.
De acordo com o governo federal, mais de 2,3 milhões de doses já foram distribuídas. A vacinação anual é necessária porque a composição do imunizante é atualizada conforme as variantes mais recentes do vírus.
O ministério também informou que mantém vigilância sobre a circulação do vírus, incluindo o monitoramento de variantes como a Influenza A (H3N2). Até o momento, poucos casos específicos foram identificados no país.
Por fim, a pasta reforça: a vacina é segura, salva vidas e é a principal forma de proteção coletiva. A orientação é buscar sempre informações em fontes oficiais e evitar o compartilhamento de conteúdos falsos.
Fonte: Agência Brasil
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