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Vantagem carvoeira nas oitavas de final da Copa do Brasil

Tigre supera o Fluminense por 2 a 1 e agora precisa apenas de um empate no confronto de sábado, no Maracanã, para ficar entre os oito melhores da competição nacional. Estratégia funciona e time consegue fazer valer o mando de campo diante dos cariocas.

Divulgação

O Tricolor Carvoeiro deu um grande passo para chegar às quartas de final da Copa do Brasil. Na noite de ontem, o time treinado por Paulo Baier bateu o Fluminense por 2 a 1 e agora só precisa de um empate para ficar entre os oito melhores da competição nacional. Caso o Tigre perca por um gol de diferença, no Maracanã, no sábado, a decisão acontecerá nos pênaltis. O primeiro gol da partida foi marcado pelo atacante Hygor, meio sem querer, aos 39 minutos do primeiro tempo. Eduardo avançou, chutou e a bola desviou no camisa 11 antes de balançar a rede do Tricolor Carioca. A estratégia de Baier funcionou perfeitamente e o Criciúma conseguiu controlar a partida, além de ameaçar nos contra-ataques. Na etapa final, aos 20 minutos, o VAR entrou em ação e ajudou o árbitro a anotar um pênalti para o Criciúma. Fellipe Mateus ampliou e deixou o Tigre confortável na partida. Porém, três minutos depois, o mesmo VAR permitiu que Caio Max Augusto Vieira marcasse um pênalti muito duvidoso para os cariocas. Abel Hernández descontou e dificultou novamente a vida do Tricolor Carvoeiro nas oitavas de final da competição.

O Tigre começou a partida com uma forte marcação e apostando nos contra-ataques, enquanto o Fluminense, respeitando a característica do time, mantinha a posse de bola. O primeiro chute a gol foi do Criciúma. Aos dois minutos, Fellipe Mateus bateu, pela direita, mas o goleiro Marcos Felipe pegou com tranquilidade. O Tigre seguiu tentando buscar o ataque e não se intimidava com o Tricolor Carioca. O Fluminense trocava passes e tentava chegar ao gol de Gustavo. O jogo era controlado pelos cariocas, com o Criciúma tentando sair em contra-ataques. Porém, nenhuma grande chance de gol foi anotada nos primeiros 15 minutos.

Aos 16 minutos, Arilson sentiu um desconforto muscular e ficou sob observação. Ele voltou de lesão no final de semana diante do Figueirense. Firme na marcação, o Criciúma não permitia chegadas do Fluminense. A primeira chance dos cariocas aconteceu aos 20 minutos, com um chute de fora da área de Yago Felipe, que Gustavo pegou com facilidade. Aos 25 minutos, não deu mais para Arilson e Dudu Figueiredo entrou. A mudança resultou em um Tigre mais ofensivo, com um volante a menos. Aos 29 minutos, Alemão cruzou, Marcão desviou e Hygor não alcançou a bola e desperdiçou uma grande chance de abrir o placar para o Tigre. No minuto seguinte, Dudu Figueiredo chutou forte, da entrada da grande área, mas Marcos Felipe pegou. O Criciúma chegou mais ao ataque após a entrada de Dudu Figueiredo.

Aos 36 minutos, Hygor fez boa jogada pela esquerda e cruzou e rasteiro, mas ninguém chegou para completar e Marcos Felipe pegou. As principais jogadas de ataque eram do Criciúma. Aos 39 minutos do primeiro tempo, o Fluminense errou a saída de bola, Eduardo avançou, chutou e a bola desviou em Hygor antes de enganar o goleiro Marcos Felipe e abrir o placar: Tigre 1 a 0. A resposta do Fluminense veio em cobrança de escanteio, que Luccas Claro cabeceou e a bola tirou tinta do travessão de Gustavo. A estratégia do técnico Paulo Baier funcionou perfeitamente e o Criciúma dominou a etapa inicial. “Hoje em dia está tão dificíl de fazer um gol para o atacante. O Eduardo finalizou, mas acabou desviando em mim e fui feliz em fazer o gol. Feliz com essa vitória parcial”, disse o autor do gol, no intervalo.

VAR faz a estreia no Majestoso

O segundo tempo começou da mesma forma que a etapa inicial: Fluminense com posse de bola, mas sem conseguir ameaçar o Tigre, que se defendia bem e tentava encaixar um contra-ataque para definir o jogo. Aos cinco minutos, o time carioca estabeleceu uma pressão na área do Criciúma, que conseguiu afastar, depois de diversos bate e rebate. O Fluminense seguia tentando pressionar, mas o Criciúma se defendia bem. Aos 13 minutos, Samuel Xavier entrou pelo meio e tentou tabelar com Fred, mas o lance foi interceptado pela zaga carvoeira.

Aos 17 minutos, a estreia do VAR no Majestoso. Dudu Figueiredo entrou na área em velocidade e foi derrubado por Nenê e Egídio. O juiz ficou na dúvida e consultou o árbitro de vídeo. Após checar a imagem, ele marcou o pênalti para o Tigre. Fellipe Mateus cobrou e fez 2 a 0, ampliando a vantagem, aos 20 minutos do segundo tempo. Imediatamente, o técnico Roger Machado mexeu no time e deu resultado. Aos 23 minutos, após bola alçada na área, Dudu Vieira escorou Manoel e o árbitro marcou pênalti. Apesar do lance bastante duvidoso, o juiz não acionou o VAR. Abel Hernández descontou: 2 a 1 aos 25 minutos. Depois disso, o Fluminense aumentou o ritmo.

O Criciúma tentava encaixar um contra-ataque para ampliar a vantagem, mas não tinha sucesso. Aos 33 minutos, Dudu Figueiredo fez jogada individual pelo meio e bateu forte, mas a bola subiu. Aos 38 minutos, Ganso fez bom lance e foi derrubado pela meia esquerda. Egídio cobrou pela linha de fundo. Aos 42 minutos, após boa jogada pela esquerda, Abel Hernández cabeceou sem força e Gustavo pegou. Aos 49 minutos, Warley fez boa jogada pela esquerda, mas Gabriel Henrique não alcançou e desperdiçou a chance de fazer o 3 a 1. No final, vantagem carvoeira no confronto e uma mão na vaga às quartas de final da Copa do Brasil.

Com informações do site TNSul

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