Dados do IBGE colocam o estado como vice-líder nacional no avanço do comércio, puxado por emprego, renda e consumo das famílias.
Foto: Ricardo Trida/SecomGOVSC
O comércio varejista de Santa Catarina fechou 2025 com alta de 5,9% no volume de vendas, segundo dados do IBGE divulgados nesta sexta-feira (13). O resultado é mais do que o triplo da média nacional, que avançou 1,6% no mesmo período, e é atribuído ao aumento do emprego e da renda, além do turismo e do consumo das famílias no estado.
Com esse desempenho, Santa Catarina terminou o ano como vice-líder no ranking nacional de crescimento do varejo, atrás apenas do Amapá (8,5%). O avanço catarinense também superou os estados vizinhos Paraná (2,8%) e Rio Grande do Sul (2,5%), além de ficar acima de Minas Gerais (1,8%), São Paulo (0,3%) e Rio de Janeiro (-1,3%).
O governador Jorginho Mello atribui o resultado à força da economia catarinense.
“Santa Catarina está no caminho certo. Os números mostram isso. Com estímulo ao empreendedor, à micro e pequena empresa, a quem trabalha e produz, vamos continuar avançando. Santa Catarina cresce acima da média nacional e tudo isso sem aumentar impostos”, afirmou.
Entre os segmentos que mais puxaram a alta em 2025 estão equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (9,9%) e artigos de uso pessoal e doméstico (9,8%). Também registraram crescimento hipermercados e supermercados (7,4%), artigos farmacêuticos (5,3%) e combustíveis e lubrificantes (3,8%), além de livros, jornais, revistas e papelaria (3,3%) e tecidos, vestuário e calçados (2%).
“O bom momento do comércio é reflexo do aquecimento do mercado de trabalho em Santa Catarina. Sob liderança do governador Jorginho Mello, estamos implementando medidas para impulsionar a geração de empregos e atração de investimentos. Isso é fundamental para que o catarinense tenha mais renda e possa ir ao supermercado, à farmácia e lojas com capacidade de consumo elevada. O emprego é a melhor política social existente e mostra, mais uma vez, resultado positivo”, defende o secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviços, Silvio Dreveck.
Na outra ponta, eletrodomésticos (-4,3%) e móveis (-3,5%) tiveram retração no período. Já no varejo ampliado, o destaque foi a venda de materiais de construção, com alta de 7,3%, impulsionada pelo aquecimento do setor imobiliário.
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