Capitão Rodrigo atuou em 37, dos 38 jogos do Criciúma na temporada
Foto: Celso da Luz
O torcedor do Criciúma tem motivos para acreditar que sexta-feira, diante do Novorizontino, no Heriberto Hülse, será noite de força máxima. O Tigre volta a contar com duas peças fundamentais: o capitão Rodrigo, referência na defesa, e o lateral-direito Marcinho, dono da faixa pelo lado do campo e peça de confiança de Eduardo Baptista.
A ausência de Matheus Trindade, suspenso após a expulsão contra o Athletic, é sentida, claro. Mas a reposição no meio de campo é viável e não diminui o peso do retorno de quem organiza a linha de trás e de quem dá profundidade pelo corredor direito.
O fato é que, com o elenco quase completo, o Criciúma se torna um adversário muito difícil de ser batido. A solidez defensiva cresce, a transição fica mais equilibrada e o time ganha personalidade. É justamente nessa configuração que o Tigre costuma ser mais competitivo, principalmente jogando diante de sua torcida.
Contra um rival direto na luta pelo G4, ter Rodrigo e Marcinho de volta significa mais do que nomes: significa liderança, confiança e a chance de impor o estilo de jogo que transformou o Criciúma em um dos times mais consistentes da Série B.